segunda-feira, 27 de julho de 2026

Pedagogia de esquerda e pobreza reduzem o QI médio do brasileiro

Wilson Silvestrepor Wilson Silvestre em 27 de julho de 2026 às 00:01
Pedagogia de esquerda e pobreza reduzem o QI médio do brasileiro
Ilustração: Takeshi Gondo

Cada vez mais, batemos recorde de informatização, com dados da Anatel que indicam 270 milhões de aparelhos em uso no País, enquanto a venda de livros não passa de 60 milhões por ano. Tem mais brasileiro com celular na mão do que com hábito de ler um livro. E ninguém parece achar isso estranho. Com uma terra arrasada dessas, é natural proliferar gente como Virginia, Carlinho Maia, Felipe Neto, entre tantos que lucraram com venda de curso de qualidade duvidosa. Não satisfeitos, passaram a também vender bets. Afinal, 78% dos brasileiros confiam em influenciadores, segundo dados da EY-Parthenon. Um recorde mundial de burrice organizada.

Só que o estrago não fica só na internet. Já invade a política. A “renovação” tão sonhada pelos brasileiros foi ocupada por gente sem “preparo”, sem estatura moral e intelectual. Em Minas Gerais, por exemplo, terra que um dia foi de Juscelino Kubitschek, Tancredo Neves e Itamar Franco, tem hoje Cleitinho (Republicanos), que mais parece vereador de ‘currutela’ do que senador da República. Liturgia? Diploma? Para quê? Não é de se admirar que o QI médio do brasileiro não passa de 75, enquanto que em países onde o ensino não tem pedagogia de esquerda e saneamento básico, o QI médio e 100.

Políticos ruins são reflexo do voto

A cada eleição geral, quando são eleitos deputados estaduais e os representantes no Congresso, a reclamação e as críticas aos parlamentares que aderem rapidinho à base do mandatário da vez, seja governador ou presidente da República, não fazem sentido, afinal, foram eleitos pela sociedade. Isto explica porque a má qualidade da representação popular decai a cada legislatura. O brasileiro está perdendo a capacidade cognitiva e diminuindo o QI em relação aos países desenvolvidos.

Completamente partido

A convenção do PSD deste domingo (26), que confirmou Ronaldo Caiado como candidato à presidência e Gilberto Kassab vice, foi marcada pela ausência de um partido que, nas palavras do próprio fundador, Gilberto Kassab, “não é nem de esquerda, nem de direita, nem de centro”. Raquel Lyra e Eduardo Paes, que apoiam o presidente Lula (PT), e Mateus Simões, que está com Romeu Zema (Novo), não deram as caras.

REP e Podemos

Mesmo sem anúncio na convenção do PL, Flávio Bolsonaro (PL) deve garantir o apoio de Republicanos e Podemos até o prazo final. No evento, ficou clara a proximidade de Flávio com a economista Daniela Marques (Republicanos), que pode ser a vice. Ambos ficaram lado a lado no palco e conversaram o tempo todo.

Wilder e Ana Paula

O senador Wilder Morais, pré-candidato ao Governo de Goiás, gravou vídeo na convenção do PL ao lado de sua vice, Ana Paula Rezende. “Eu não tenho dúvida: Flávio Bolsonaro será o nosso próximo presidente do Brasil. É uma honra estar aqui hoje, ao lado da minha amiga Ana Paula Rezende, nossa pré-candidata a vice-governadora de Goiás, participando deste momento tão importante para o nosso partido”, publicou no Instagram.

Apoia, mas…

Para apoiar Flávio, o Republicanos exige o apoio do PL em alguns Estados, sendo o caso mais crítico Mato Grosso, onde o governador Otaviano Pivetta (Republicanos) busca a reeleição, mas o PL lançou o senador Wellington Fagundes (PL) na disputa.

Convenções no DF – Aberta a temporada de convenções partidárias, esta semana promete muita articulação. No DF, Celina Leão (PP) faz convenção no domingo (2); o MDB, principal aliado da governadora, no sábado (1º); o adversário José Arruda (PSD) e o Avante, no mesmo dia.

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