Populismo de Lula já não encanta o País e o 7 de Setembro mostra isso
Não se trata apenas de um presidente impopular que busca a reeleição, mas de um personagem da vida pública que não representa a maioria dos brasileiros
Quem acompanha desfiles de 7 de Setembro há alguns anos sabe que nunca se viu tanto espaço vazio na Esplanada dos Ministérios, centro dos Poderes brasileiros, quanto neste governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tem como lema “União e Reconstrução”. O desfile deste ano em Brasília expôs, sem cerimônia, a rejeição que Lula (PT) tenta maquiar com populismo e discurso de soberania. A cerimônia teve bandeira e hino, mas faltou o principal ingrediente de qualquer desfile: gente. Nem toda a máquina pública, com seus comissionados de plantão convocados para preencher o vazio, conseguiu disfarçar a Esplanada vazia.
Enquanto isso, de Porto Alegre a Maceió, as manifestações bolsonaristas tomaram as ruas, com faixas contra alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e gritos de “fora, Lula”. Isso mostra que a base bolsonarista segue viva, organizada e, pior para o governo, sem qualquer sinal de fadiga, mesmo com a grande mídia a dizer o contrário. A comparação entre o evento na Avenida Paulista e o desfile em Brasília não deixa dúvida sobre o tamanho do problema que Lula precisa superar caso queira ganhar a eleição. Não se trata apenas de um presidente impopular que busca a reeleição, mas de um personagem da vida pública que não representa a maioria dos brasileiros.
Em Goiânia, mais de 5 mil
O ato de protesto contra alguns ministros do STF, convocado pelos bolsonaristas de Goiás, teve a adesão de pessoas do campo conservador e da direita tradicional. De acordo com os organizadores, mais de 5 mil pessoas compareceram ao ato.
Da Tamandaré à Paulista
O candidato a governador de Goiás pelo PL, Wilder Morais, e sua vice, Ana Paula Rezende, participaram da manifestação na Praça Tamandaré, em Goiânia, e, em seguida, voaram para São Paulo, onde participaram, ao lado de lideranças como o governador do Estado, Tarcísio de Freitas (REP), e do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) do ato na Paulista.
Barulho no quintal
Durante ato na Avenida Paulista, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) prometeu levar as manifestações para o quintal do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para pressioná-lo a pautar o impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
Marqueteiro
O trabalho de Duda Lima à frente do marketing da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) tem colhido elogios de todos os lados. O programa eleitoral da última quinta-feira (3), voltado para o eleitor endividado, conquistou até os bolsonaristas mais radicais, que sempre torceram o nariz para a política feita do jeito tradicional.
Endividados
O vídeo mostra a perda de poder de compra, o aumento dos preços e dos impostos, com Flávio Bolsonaro (PL) a atribuir o endividamento das famílias a Lula (PT), ao tempo em que promete reduzir a carga tributária caso eleito.
Virou moda
Nesta eleição de 2026, caminha para ser um marco nas campanhas políticas, não só pela polarização, mas sobretudo pelas estratégias dos candidatos a deputados, sejam estaduais ou para a Câmara Federal. A maioria dos cards ou ‘santinhos’ não inclui o nome do governador de sua base política, muito menos os candidatos aos Senado. A exceção são os candidatos de esquerda e os do PL, coincidentemente, os dois que têm militância orgânica.
Sabatinas O HOJE – Nesta terça-feira (8), o Grupo O HOJE abre sua rodada de sabatinas com os candidatos ao Governo de Goiás. A estreia será com Marconi Perillo (PSDB) e, nesta quarta-feira (9), o candidato do PT, Luis Cesar Bueno. O próximo será Wilder Morais (PL).
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