Ritmo de Celina no GDF confirma que aprendeu com o ‘pai’ Roriz
Celina Leão justificou o sobrenome de quem reina na selva de pedra. No ritmo em que está, prova que herdou muito de Joaquim Roriz, seu pai político. Se estivesse vivo, ficaria cheio de orgulho da pupila. Celina trabalha para deixar sua marca. Igual a Roriz, assumiu o cargo em meio à grita de um bando de haters atirando nela e em seu antecessor, Ibaneis Rocha. Os críticos são do mesmo grupo de esquerda das víboras do Banco Central que autorizaram o funcionamento do Master e as negociações com o BRB, antes de vir a público que era tudo uma armadilha. Ibaneis não entende de sistema financeiro nem era a autoridade monetária para validar ou vetar a compra do Master pela instituição de Brasília. Como nada tem a ver com isso, Celina está cuidando do DF e das pessoas que o habitam.
A horda que xinga é a que deseja voltar a fazer do GDF seu trampolim para as fortunas. Se o BRB está com rombo de R$ 12 bilhões, não é “mérito” de um governo, muito menos do atual, mas dos saqueadores que em mandatos passados o pilharam de todas as maneiras.
Celina levou para seu secretariado Valdivino de Oliveira, que viabilizava economicamente as gestões de Roriz, e se dedica a concluir obras e começar as suas para terminar logo. Muito pouco ou quase nada diz sobre campanha, mas caminha para a reeleição. A direita a apoia, como provam a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, a deputada federal Bia Kicis e a senadora Damares Alves. É um quarteto feminino sem ser feminista, ou seja, sem mimimi. (Especial para O HOJE)