Se bondades demagógicas de última hora virassem eleição, Jair Bolsonaro teria sido reeleito
Pouco ou nada adiantou, Lula saiu da cadeia direto para sua cadeira. Atualmente, está ocorrendo a mesma estratégia, mas quando a esmola é no desespero para se salvar, santos e demônios desconfiam
Em 7/10/2022, o então presidente Jair Bolsonaro lançou o auxílio extra de R$ 500 para taxistas. Naquele dia, o Datafolha divulgou que ele estava com 47% e Lula, 53%. Em agosto daquele ano, os caminhoneiros passaram a receber um voucher de R$ 1 mil – e dois de uma vez, pois o Ipec mostrou que ele tinha 32% e Lula, 44%. Em seus governos, o máximo que Lula havia pago de Bolsa Família foram R$ 250. Bolsonaro lançou o Auxílio Brasil com R$ 400, passou para R$ 600 e, na pandemia, chegou a pagar R$ 1.800. Pouco ou nada adiantou, Lula saiu da cadeia direto para sua cadeira. Atualmente, está ocorrendo a mesma estratégia, mas quando a esmola é no desespero para se salvar, santos e demônios desconfiam.
Neste mês de eleição, Lula reajustou o Bolsa Família em mais de 15%. A Lei nº 15.348, de fevereiro deste ano, tornou definitivo o Gás do Povo, criado em novembro de 2025, e só começou a ser pago neste outubro eleitoral. Logo após perder para Flávio Bolsonaro no 1º turno, reduziu a zero as alíquotas de PIS/Cofins e Cide de etanol, gasolina e diesel. Imposto de Renda? Zerou para quem ganha até R$ 5 mil por mês. Isso funciona? Até agora, não, já deu o que tinha de dar. Em Goiás, Marconi Perillo prometeu pagar salário mínimo para cada aluno do Ensino Médio. São 200 mil estudantes, ou seja, R$ 340 milhões por mês. E ficou em 4º lugar. Promessa de última hora é igual a denúncia de última hora, dá em nada. A agenda pornográfica de Daniel Vorcaro, do Banco Master, perdeu o efeito, mesmo lotada das três maiores fantasias do brasileiro médio, sexo, poder e dinheiro. (Especial para O HOJE)
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