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domingo, 11 de janeiro de 2026

Tarcísio diz que seu foco é São Paulo, mas o PT não vai dar trégua

Wilson Silvestrepor Wilson Silvestre em 1 de outubro de 2025
Takeshi Gondo - Ilustrador

O anúncio enfático do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (REP), de que seu foco não é a Presidência da República, mas a “reeleição em São Paulo”, não convenceu muita gente, principalmente o Centrão e o PT. Para a maioria dos observadores políticos, Tarcísio faz um recuo estratégico para sair da linha do “fogo amigo” do bolsonarismo devido à sua proximidade com o ex-presidente.

Não só eles, mas os petistas que desencadearam ataques de guerrilha digital contra sua gestão no Estado mais rico e importante do País. Esses eventos seriam fatos normais da política se eles não representassem real perigo para a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A saída estratégica ou não de Tarcísio não altera a rota dos demais concorrentes a presidente da República pelo campo da direita e centro-direita.

Os mais persistentes são os governadores do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), o segundo mais bem pontuado nas pesquisas depois de Tarcísio, seguido por Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União Brasil). No entanto, no cenário atual, eles estão longe de vencer Lula em 2026, mas para manter a chama de esperança em derrotar a esquerda continuam no jogo. Porém, o sucesso deles vai depender muito do que possa ocorrer na economia que, neste momento, está a favor de Lula.

Além do fator econômico, a troca de guarda no Supremo Tribunal Federal (STF), a queda de braço com os EUA, o Congresso em conflito e a sede de Lula por mais impostos podem mexer com os índices de aprovação crescente do ‘guia dos povos’. Essas ocorrências podem alterar o quadro de otimismo que a esquerda nutre como vitória certa de Lula. Não à toa que a esquerda avalia diminuir as criticas ao governador paulista para não o transformar em “vítima da extrema esquerda”.

Caiado é contra candidato único

Na contramão da estratégia defendida pelo Centrão, do qual fazem parte o União Brasil e o PP, que pregam a união dessas forças políticas em torno de um único nome para enfrentar Lula, o governador goiano e pré-candidato a presidente da República é contra. “Eu sou o candidato, sou o pré-candidato à Presidência da República e enxergo o sistema eleitoral brasileiro definindo esses critérios”, afirmou nesta terça-feira (30/9) Ronaldo Caiado, após deixar o 3º Brasília Summit: Inovação, tecnologia e data centers, evento realizado pelo Lide/Correio Braziliense.

Carrijo e Daniel

Depois de celebrar parcerias com a Câmara de Vereadores de Rio Verde e o Sindicato Rural do município, o prefeito Wellington Carrijo (MDB) recebeu a visita do vice-governador Daniel Vilela nesta terça-feira (30/9). Carrijo aproveitou para falar de seus projetos em execução na cidade e dos avanços em infraestrutura que vão impactar na qualidade de vida da população.

Lissauer na estrada

Um ex-prefeito e aliado do ex–presidente da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) disse à coluna que “Lissauer Vieira já visitou mais de 120 cidades e fechou alianças com lideranças políticas em 20 delas”. O foco de Lissauer tem sido o Sudoeste, as regiões Oeste e Sudeste, mas ele quer ampliar esse leque de apoios até abril de 2026.

Vitti, o aliado

Na soma de aliados, Lissauer Vieira recebeu o apoio do ex-deputado, pecuarista e empresário José Vitti. Ele e Lissauer são amigos históricos e, mesmo fora do Legislativo, ampliaram os laços de amizade que agora se traduzem em aliança política.

Pobre contribuinte!

Mais uma notícia triste para o contribuinte brasileiro: o Banco Central informa que as estatais no governo Lula acumulam déficit de R$ 5,6 bilhões entre janeiro e agosto de 2025. O saldo negativo é 65% maior que o apurado no mesmo intervalo de 2024, quando as estatais haviam acumulado um déficit de R$ 3,4 bilhões. Uma hora dessas a coisa explode.

Celina alerta – Em palestra no 3º Brasília Summit: Inovação, tecnologia e data centers, em Brasília, a vice-governadora do DF, Celina Leão (PP), alertou que a adoção em massa das novas tecnologias, como as redes sociais, gerou um adoecimento na população, especialmente dos mais jovens.

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