PCGO faz prisões em Goiânia e Senador Canedo após golpes no Maranhão e Amazonas

Postado em: 03-09-2021 às 10h49
Por: Nielton Soares
Segundo a PCGO, uma das vítimas é mãe de uma delgada de polícia, que foi enganada por mensagem pelo WhatsApp | Foto: PCGO

A Polícia Civil de Goiás (PCGO), por meio do Grupo de Repressão a Estelionato e Outras Fraudes da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GREF/DEIC), prendeu em flagrante, na última quarta-feira (1º/09), três suspeitos pela prática de dois crimes distintos, durante a deflagração da Operação “Amigo da Onça”.

No primeiro caso, na última terça-feira (31/08), uma idosa de 78 anos, moradora de São Luís, no Maranhão. Ela é mãe de uma Delegada de Polícia daquele estado e respondeu mensagem de criminosos, pelo WhatsApp, acreditando ser um pedido de um amigo.

Dele eles conseguiram R$ 4.888,00, que foram depositados em contas de terceiros. Segundo os investigadores, a justificativa do empréstimo era de que precisava fazer um pagamento urgente e que no dia seguinte devolveria os valores. Os suspeitos do crime foram identificados e presos em Goiânia.

Na sequência, eles continuaram a pratica, indicando uma segunda conta bancária, em favor de uma pessoa residente em Goiânia, para o recebimento de um segundo pedido de empréstimo de R$11 mil, porém, não deu certo, quando a vítima desconfiou que se tratava de um golpe.

Um suspeito de 27 anos foi preso no Setor Flamboyant, já pelo crime tentado, um suspeito de 21 anos de idade foi capturado no Setor Capuava. À polícia a dupla contou que haviam emprestado suas contas para pessoas que pagaram cerca de R$ 300,00.

Segundo caso

No segundo flagrante, foi preso um homem de 29 anos de idade no Setor Residencial Pedro Miranda, em Senador Canedo. Ele é acusado de se passar por outra pessoa e dar um golpe em um morador de Manaus (AM). A vítima de 52 anos fez uma TED no valor de R$ 6.501,05 para uma conta de Goiás, acreditando estar atendendo a um pedido do irmão.

Para ela, o criminoso alegou que o aplicativo do banco estava com problema e precisava pagar um fornecedor. Porém, a vítima só percebeu que caíra em um golpe depois que ligou para o irmão. 

Os três foram levados para o presídio e estão à disposição da Justiça. Agora, a PCGO enviará os inquéritos para os respectivos estados de domicílio das vítimas.

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