Superbactérias provocam interdição em ala de UTI no Hospital de Urgências de Goiânia

Uma equipe de infectologia, em conjunto com outras áreas e a direção técnica do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), deve avaliar

Postado em: 04-10-2021 às 11h33
Por: Almeida Mariano
As bactérias têm alta resistência, risco de mortalidade e transmissibilidade | Foto: Reprodução

Uma equipe de infectologia, em conjunto com outras áreas e a direção técnica do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo), deve avaliar nesta segunda-feira (4/10) sobre o final da quarentena de pacientes infectados por superbactérias.

Desde final de setembro, a ala da UTI do Hugo está interditada. De acordo com memorando interno do hospital, na última segunda-feira (27/9), foram encontrados ao menos sete casos de bactérias com espectro estendido de resistência. Além disso, essas bactérias têm como característica o elevado risco de mortalidade e transmissibilidade.

O período que essas bactérias podem ficar sobre a superfície é de até seis meses. Diante disso, nas indicações do serviço de controle de infecção do Hugo, foi recomendado uma quarentena de sete dias nesta ala de UTI, e medidas de precaução, como higiene e exames em pacientes não infectados, para avaliar a proliferação dessas bactérias.

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Segundo a nota da direção do Hugo, a desinfecção foi concluída na última sexta-feira (1/10) com sucesso, e os pacientes infectados estão estáveis, alguns deles já estão recebendo alta da UTI e seguindo tratamento pelo motivo que foram internados. Enquanto isso, novos pacientes continuam não sendo admitidos nesta ala da unidade de terapia intensiva (UTI).

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