Além de boas perspectivas para as compras de fim de ano, cerca de 3500 de vagas devem ser preenchidas em Goiânia

Com o retorno gradual das atividades, Goiânia tem um aumento significativo no índice de confiança do comércio, trazendo boas perspectivas para as

Postado em: 06-10-2021 às 09h54
Por: Almeida Mariano
Pesquisas e dados apontam para um cenário positivo, com aumento das vendas e vagas neste fim de ano | Foto: Reprodução

Com o retorno gradual das atividades, Goiânia tem um aumento significativo no índice de confiança do comércio, trazendo boas perspectivas para as compras de fim de ano. Durante este período estima-se que várias vagas fiquem disponíveis.

De acordo com Bruno Ribeiro, especialista em investimentos da Fecomércio Goiás, a economia local está buscando sair da crise causada pela pandemia da Covid-19, e a economia local segue crescendo. Pessoas menos endividadas cada vez mais realizam compras, o que fornece um capital de giro, e sendo de muita importância para fomentar o comércio.


“Com base em nossas análises nos últimos meses, fomos destaques na diminuição do endividamento das famílias e agora subimos a confiança do empresário local, então temos toda uma perspectiva positiva de que essa retomada tenha ainda mais vigor até o fim deste ano”, disse Bruno.

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Bruno destaca que outro fator decisivo é o alto índice de confiança do empresário, que vem em uma crescente desde junho de 2021. De maneira que com essa alta, o empresário contrata mais funcionários, gerando mais empregos, e favorecendo o cenário econômico.


Neste período de fim de ano de 2021, Goiânia deve ter a maios contratação de funcionários dos últimos sete anos, com aproximadamente de 3500 vagas de trabalho disponíveis. As informações são baseadas nas pesquisas produzidas pela Confederação Nacional do Comércio (CNC). Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), Intenção de Consumo das Famílias (ICF) e Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), referentes ao mês de setembro.

Apesar do contexto otimista, ainda é preciso ficar atento aos fatores de risco, como o aumento do Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF), que pode dificultar o poder de compra.

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