Polícia Civil colhe dados genéticos de 400 condenados por estupro e homicídio, em Goiânia

Postado em: 25-11-2021 às 15h55
Por: Alice Orth
Ação foi realizada em tributo ao Dia Internacional de Não Violência Contra as Mulheres, celebrado nesta quinta-feira. | Foto: Divulgação/PCGO

A Polícia Civil de Goiás, em ação inédita e conjunta com os demais órgãos da Secretaria de Segurança Pública (SSP-GO), realiza a Operação Obsidiana entre esta terça (23/11) e quinta-feira (25). Cerca de 400 condenados por estupro e homicídios que cumprem pena em regime externo tiveram material genético coletado para identificação.

O trabalho ocorre na sede da Escola Superior da Polícia Civil (ESPC), com organização dos policiais civis e escolta da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (CORE/GT3), em tributo ao Dia Internacional de Não Violência Contra as Mulheres, celebrado nesta quinta-feira.

Esta é a primeira ação em conjunto das Polícias Civil, a Diretoria Geral de Administração Penitenciária (DGAP), Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC) e Gerência de Identificação. O material biológico, obtido através da saliva, foi enviado pra o Banco Nacional Genético. Desta forma, é possível fazer a comparação do material e identificação do autor pela coincidência genética.

Foram intimados para coleta 133 condenados por dia. O serviço começa às 8h e segue até a conclusão das atividades. Trabalham no processo 8 papiloscopistas, 13 peritos do DNA forense, policiais civis e policiais penais que realizaram as intimações. Nos dois primeiros dias da operação, mais de 248 condenados tiveram seu DNA e e identificação criminal coletados.

Com assessoria

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