Gerente e engenheiro de parque aquático em Caldas Novas são indiciados pela morte de Davi Lucas

Davi Lucas morreu no dia 13 de fevereiro, após conseguir entrar no toboágua em manutenção e cair de uma altura de 15 metros.

Postado em: 16-03-2022 às 11h29
Por: Ícaro Gonçalves
Davi Lucas morreu no dia 13 de fevereiro, após conseguir entrar no toboágua em manutenção e cair de uma altura de 15 metros | Foto: Reprodução

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) concluiu nesta quarta-feira (16/3) as investigação sobre a morte de Davi Lucas, de 8 anos, que caiu de um toboágua desativado em um parque aquático de Caldas Novas. Com as investigações, a PCGO indiciou o gerente-geral do parque e o engenheiro responsável pela manutenção do brinquedo, ambos por homicídio culposo.

A investigação ocorreu por meio da através da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Caldas Novas. Davi Lucas morreu no dia 13 de fevereiro, após conseguir entrar no toboágua em manutenção e cair de uma altura de 15 metros. No decorrer do inquérito policial, a PCGO ouviu pelo menos sete funcionários do parque, além da família de Davi Lucas.

“O acervo probatório produzido através do trabalho investigativo demonstrou que tanto o engenheiro civil responsável pela coordenação da obra que era realizada no local, como também o gerente-geral das atividades do empreendimento concorreram culposamente para a morte da vítima”, informou a Polícia Civil em nota.

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O gerente foi indiciado pelo crime de homicídio culposo e o engenheiro, pelo delito de homicídio culposo com causa de aumento de pena em razão da inobservância de regra técnica de profissão. “O inquérito policial foi remetido ao Poder Judiciário a fim de possibilitar a continuidade da persecução penal”, finalizou a nota.

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