Frigorífico de Pires do Rio tem vazamento de amônia e precisa hospitalizar sete funcionários

Em contato com a pele, a amônia causa dor, vermelhidão e, em grandes quantidades, queimaduras

Postado em: 23-03-2022 às 13h43
Por: Augusto Sobrinho
Em contato com a pele, a amônia causa dor, vermelhidão e, em grandes quantidades, queimaduras | Foto: Divulgação

O frigorífico Friato registrou, na manhã desta terça-feira (23/03), um um vazamento de amônia e precisou encaminhar sete funcionários para o Hospital Municipal de Pires do Rio. Segundo a empresa, o acidente aconteceu após uma queda de energia e que todos os colaboradores foram levados para fora do local.

A nota enviada pela companhia, que trabalha com a produção de aves, informa que os técnicos em segurança realizaram a avaliação do local e liberaram o retorno das atividades depois que o vazamento foi controlado. Em contato com a pele, a amônia causa dor, vermelhidão e, em grandes quantidades, queimaduras.

Os sete funcionários que precisaram ser hospitalizados, foram avaliados pelos médicos e classificados como faixa verde devido baixo risco de agravos à saúde. Após atendimento, todos passam bem e foram liberados para irem para casa. A empresa não precisou acionar o Corpo de Bombeiros Militar de Goiás (CBMGO).

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Confira a íntegra da nota:

A Friato informa que na tarde de segunda-feira (22/03/2022) em função de uma interrupção no fornecimento de energia elétrica por parte da ENEL, ocorreu um pequeno vazamento de NH3 (amônia anidra), cujo mesmo fora rapidamente interrompido pelos operadores e técnicos responsáveis pelo setor de refrigeração.

O SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho) seguiu com procedimento de Resposta a Emergência e auxiliou na evacuação dos setores e todos os colaboradores foram encaminhados para o Ponto de Encontro. Ao total sete colaboradores foram encaminhados ao Hospital Municipal de Pires do Rio para avaliações médicas.

Após a avaliação foram classificados como faixa Verde (risco mínimo de agravos à saúde) de acordo com o protocolo de Manchester (protocolo utilizado para fazer a classificação de risco em unidades de pronto socorro) e foram liberados. As atividades da empresa retornaram após o controle e constatação da inexistência do risco químico.

A Friato reitera que atualiza periodicamente os procedimentos operacionais e treinamentos de segurança, considerando a saúde e integridade física de nossos colaboradores o nosso maior compromisso.

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