Suspeito que invadiu casa e apontou arma para cabeça de ministro do TCU é preso em Águas Lindas de Goiás

Postado em: 06-04-2022 às 16h04
Por: Rodrigo Melo
Durante todo o tempo em que a dupla de assaltantes ficou em casa, o ministro teve a arma apontada para a sua cabeça | Foto: Divulgação/PCDF

Um homem, suspeito que invadir a casa e apontar uma arma para cabeça do ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler, foi preso nesta quarta-feira (06/4) em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. A Polícia Civil do DF, que fez a prisão, informou que ele era o segundo autor considerado foragido do roubo. O crime aconteceu no SHIS QI 19, no Lago Sul, em 4 de dezembro do ano passado.

No dia do assalto, os dois criminosos invadiram a casa de Benjamin. Armados, os assaltantes renderam o ministro e a filha dele e o trancaram em um cômodo da residência, quando foram surpreendidos por um segurança armado da casa e fugiram.

A Polícia Civil do DF informou que o suspeito também era considerado foragido devido outro mandado de prisão, por ter fugido de um presídio no ano passado. O primeiro deles foi preso em 7 de janeiro deste ano, no município de Central do Maranhão, a 200km de São Luís, conforme a polícia.

Com a prisão do primeiro assaltante, os investigadores conseguiram localizar o segundo autor, em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do DF, foragido do Centro de Progressão Penitenciária (CPP).

Relembre o caso

Foto: Divulgação / TCU

O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Benjamin Zymler foi vítima de tentativa de roubo no Lago Sul, onde vive com a família, no final do ano passado. Na ocasião, dois homens invadiram a residência, anunciaram o assalto e o renderam apontando uma arma para a cabeça dele.

O crime só não se consumou porque a cadela da família começou a latir. “A nossa cachorra começou a latir, e atraiu a atenção da vigilância da rua. Quando eles viram o vigilante, fugiram”, contou o ministro. “Ela é da raça spitz alemão, preta, e acompanhou os bandidos, latindo, durante todo o percurso que fizeram dentro de casa. Foi isso que chamou a atenção”, ressaltou.

Durante todo o tempo em que a dupla de assaltantes ficou em casa, o ministro teve a arma apontada para a sua cabeça. Para o magistrado, a cena foi um filme de terror. “Foi traumatizante, mas ainda bem que não houve nada mais sério”, lembrou.

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