Polícia Civil recupera remédios roubados, em farmácias de Aparecida de Goiânia

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em uma farmácia, em Aparecida de Goiânia, onde foi encontrada parte da carga roubada

Postado em: 09-05-2022 às 16h41
Por: Rodrigo Melo
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em uma farmácia, em Aparecida de Goiânia, onde foi encontrada parte da carga roubada. | Foto: Divulgação / PCGO

A Polícia Civil de Goiás (PCGO), em parceria com a Polícia Civil de Valentim Gentil, de São Paulo, apreendeu remédios roubados em três farmácias de Aparecida de Goiânia. Os medicamentos teriam sido subtraídos de dois caminhões de carga que passavam por rodovias federais no interior dos Estados de São Paulo e do Paraná. Os crimes aconteceram em dezembro de 2021 e março deste ano. Os remédios estão avaliados em três milhões de reais. Duas pessoas foram presas em flagrante.

Segundo o delegado Alexandre Bruno, durante a Operação Fármaco com parceria da segurança dos dois Estados, houve troca de informações e os policiais conseguiram chegar aos receptadores. “Nós conseguimos detalhar que grande parte dessa carga tinha vindo para Goiás. Foram feitos mais aprofundamentos e aí nós conseguimos localizar o endereço de farmácias que participavam de um esquema bem elaborado de compra e venda de medicamentos roubados. Eram medicamentos de alto valor utilizados no combate ao câncer, dores, combate à bronquite asmática e alérgica”, afirma.

Foto: PCGO

Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em uma farmácia, em Aparecida de Goiânia, onde foi encontrada parte da carga roubada. Nas diligências, mais medicamentos foram apreendidos em outras duas farmácias, da mesma rede.

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Os estabelecimentos pertencem à mesma família. Um dos proprietários e o gerente de uma das farmácias foram presos. “Todos eles já tinham sido presos anteriormente pela Decar, bastante conhecidos no mundo do crime no que se refere a essa questão de organização criminosa voltada para a compra e venda de medicamentos roubados”, conta o delegado.

De acordo com o titular da Decar, os suspeitos devem responder agora por receptação qualificada, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

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