Agosto Lilás: Goiânia inicia programação para enfrentamento à violência contra a mulher

O monumento do viaduto Latif Sebba, no Setor Marista, recebeu iluminação na cor lilás para chamar atenção pelo fim da violência contra a mulher

Postado em: 11-08-2022 às 10h49
Por: Rodrigo Melo
O monumento do viaduto Latif Sebba, no Setor Marista, recebeu iluminação na cor lilás para chamar atenção pelo fim da violência contra a mulher | Foto: Secom

Goiânia dá início à campanha “Agosto Lilás”, alusiva ao mês de conscientização sobre a violência contra a mulher. O movimento também celebra os 16 anos da Lei Maria da Penha, e divulga direitos femininos.

A programação se desenvolve durante todo o mês, e inclui iluminação, na cor lilás, de pontos da capital, distribuição de material sobre os tipos de violência contra a mulher e lançamento da campanha “Violência contra a mulher não tem desculpa! Tem Lei!”, no transporte coletivo de Goiânia.

O monumento do viaduto Latif Sebba, no Setor Marista, recebeu iluminação na cor lilás para chamar atenção pelo fim da violência contra a mulher. A ornamentação permanecerá durante todo o mês de agosto.

Continua após a publicidade

Leia também: Ações de acolhimento às mulheres vítimas de violência em Goiás

Nesta sexta-feira (12/08), a Secretaria Municipal de Política para as Mulheres (SMPM) e a Patrulha Mulher Mais Segura, da Guarda Civil Metropolitana (GCM), distribuirão mais de três mil panfletos informativos sobre os tipos de violência contra a mulher (física, psicológica, moral, sexual, patrimonial, econômica) associada à divulgação dos canais de denúncia da rede de proteção à mulher. A ação será no novo Terminal Isidória, a partir das 09h.

Sobre os 16 anos da Lei Maria da Penha, uma parceria entre SMPM, Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) e RedeMob lança, na próxima segunda-feira (15/08), a campanha “Violência contra Mulher não tem desculpa! Tem Lei”. A ação consiste na divulgação de cartazes com informações sobre a campanha em mil veículos do transporte coletivo, e veiculação nas TVs internas dos terminais de ônibus.

Leia também: Legislação sobre violência contra mulheres precisa de melhorias

Veja Também