Goiânia tem inflação de 0,66% em novembro, terceira maior entre 12 capitais pesquisadas

Com a alta, a variação acumulada no ano atinge 4,11% e o acumulado em 12 meses alcança 4,83% na capital goiana

Postado em: 24-11-2022 às 12h25
Por: Ícaro Gonçalves
Com a alta, a variação acumulada no ano atinge 4,11% e o acumulado em 12 meses alcança 4,83% na capital goiana | Foto: Reprodução

Em novembro, a inflação em Goiânia registrou crescimento de 0,66%, terceira maior alta entre 12 capitais pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A variação é medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA 15).

Com a alta, a variação acumulada no ano atinge 4,11% e o acumulado em 12 meses alcança 4,83% na capital goiana. No Brasil, o índice nacional acumula alta de 5,35% no ano e de 6,17% nos últimos 12 meses.

Entre as principais causas do aumento do índice em Goiânia estão os aumentos na venda de veículos próprios (0,69%); combustíveis (0,65%) – cujo aumento se deu em etanol (5,30%); aluguel e taxas (1,42%) – cujo aumento se deu principalmente em aluguel residencial (2,28%); itens de higiene pessoal (1,48%); energia elétrica residencial (4,27%) e planos de saúde (1,21%).

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O ramo de alimentação e bebidas também registrou aumentos significativos. Segundo o IBGE, os itens com maiores pesos nas cestas de famílias goianienses foram a alimentação fora do domicílio (0,38%),
carnes (0,36%), leites e derivados (-1,98%) – que apesar da queda no mês, acumula 32,6% de alta no
ano.

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Inflação no Brasil

Todas as áreas pesquisadas tiveram variações positivas em novembro. As maiores ocorreram em Recife (0,78%), onde houve alta de 4,97% nos preços da gasolina, e em Brasília (0,78%), onde
pesou o aumento da energia elétrica (7,44%).

Goiânia vem em terceiro (0,66%), influenciada pelas altas registradas em vestuário e em alimentação e bebidas, como o tomate (25,30%) e a cebola (22,29%). Já a menor variação foi registrada em Curitiba (0,11%), em função das quedas nos preços das carnes (-3,05%) e das passagens aéreas (-8,27%).

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