Vândalos dão R$ 100 mil de prejuízos aos cofres públicos

Último caso de ações de bandidos foi registrado na Avenida T-63. Assaltantes furtaram cabeamento que estava na via

Postado em: 20-04-2018 às 06h00
Por: Sheyla Sousa
Último caso de ações de bandidos foi registrado na Avenida T-63. Assaltantes furtaram cabeamento que estava na via

Marcus Vinícius Beck*

Continua após a publicidade

A Prefeitura de Goiânia informou ontem que o prejuízo aos cofres públicos por conta das depredações de bancos, lixeiras, floreiras e outros monumentos chega a R$ 100 mil por mês. O último caso aconteceu após furto no cabeamento do viaduto João Alves de Queiroz, na Avenida T-63, na região sul da Capital. Ao todo, 1.280 metros de cabos e fios de diversos tamanhos foram utilizados no trabalho de reconstituição. 

De acordo com a Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg), a população precisa ter ciência de que é necessário manter a cidade limpa. Em fevereiro, O Hoje mostrou que a região central de Goiânia conta com poucas lixeiras e as que ainda resistem às ações dos vândalos estão destruídas. Moradores reclamaram ainda de que vem se tornando cada vez mais suja por conta desses casos. 

A Prefeitura de Goiânia disse à época que havia instalado nos últimos doze meses mais de 1 mil lixeiras em vários pontos da Capital. As regiões Noroeste, Oeste e Central foram as mais contempladas pela ação. No momento, a Capital possui cerca de 15 mil lixeiras nas principais vias e em locais em que há grande fluxo de pessoas, tais como praças, parques e demais pontos turísticos. 

Segundo a prefeitura, as unidades são danificadas por conta do tempo e, sobretudo, vandalismo. Apenas em janeiro, 95 unidades foram substituídas no Centro da cidade. O material que as revestem são construídas na serralheria do órgão e seguem o modelo tipo de papeleiras com cor amarela que contem o logotipo da Comrug, empresa responsável pela manutenção da Capital. 

Projeto

A Câmara de Vereadores de Goiânia aprovou em 2016 um projeto de lei para aumentar, por meio de Parceira Público Privada (PPP) o número de lixeiras em vários pontos de Goiânia. De autoria da vereadora Cida Garcêz (PMN), o projeto pretendia estabelecer convênios entre o município e entidade sociais.

O projeto, ainda, destacou que as lixeiras poderiam ser instaladas em frente ao estabelecimento do interessado ou qualquer outro local. A vereadora disse que o objetivo era aumentar o número de equipamentos espalhadas pela cidade. “Hoje, temos que andar até um quilômetro para encontrar uma lixeira. Isso em ruas de grande fluxo, como a Avenida 85, então imagina nos bairros mais afastados”, afirma.

Na Capital, há cerca de 12 mil lixeiras e esse número ainda não é o suficiente. “Precisamos aumentar esse quantitativo para facilitar para o cidadão que não quer descartar o lixo no meio da rua, que quer descartar sua garrafinha de água ou um papel de balinha no local adequado”, finaliza a parlamentar. 

Arborizada

Por outro lado, Goiânia possui vários pontos que estão arborizados. Em todos os locais, garis estavam regando as flores. Ou senão cuidando-as, pois o sol excessivo pode ser um dos fatores a matá-las. As flores estão espalhadas por toda a cidade, abrangendo tanto o extrato herbáceo/arbustivo, quando o arbóreo/arborização, e passam por constantes cuidados. A Avenida 136, por exemplo, já passou pelo processo de implantação. No momento, garis regam as plantas diariamente. (Marcus Vinícius Beck é estagiário do jornal O Hoje, sob orientação do editor de Cidades Rhudy Crysthian) 

Veja Também