Estados Unidos avaliam liberar novamente viagens a partir do Brasil

Muitas autoridades do governo argumentam que as restrições não fazem mais sentido, visto que a maioria dos países ao redor do mundo não está sujeita à proibição de entrada| Foto: Kevin Mohatt/Reuters

Postado em: 25-11-2020 às 15h30
Por: Redação
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Muitas autoridades do governo argumentam que as restrições não fazem mais sentido, visto que a maioria dos países ao redor do mundo não está sujeita à proibição de entrada| Foto: Kevin Mohatt/Reuters

Da Redação*

À Reuters, cinco autoridades norte-americanas e de companhias aéreas disseram que a Casa Branca está considerando suspender as proibições de entrada para a maioria dos cidadãos estrangeiros que esteve recentemente no Brasil, no Reino Unido, na Irlanda e em 26 outros países europeus.

O presidente norte-americano, Donald Trump, impôs as proibições em uma tentativa de conter a pandemia do novo coronavírus e não está considerando suspender o veto de entrada para a maioria dos cidadãos estrangeiros que esteve recentemente na China ou no Irã, acrescentaram as autoridades.

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O plano ganhou o apoio dos membros da força-tarefa do coronavírus da Casa Branca, da saúde pública e de outras agências federais, afirmaram pessoas familiarizadas com o assunto, mas o presidente Trump não tomou uma decisão final e o momento da revogação permanece incerto.

A Casa Branca, o Departamento de Segurança Interna e o Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) não comentaram.

Muitas autoridades do governo argumentam que as restrições não fazem mais sentido, visto que a maioria dos países ao redor do mundo não está sujeita à proibição de entrada. Afirmam, ainda, que suspender as restrições seria um alívio para as companhias aéreas norte-americanas, que viram as viagens internacionais cair 70%, de acordo com dados do setor de aviação civil.

Trump ainda pode optar por não suspender as restrições, dado o alto número de infecções por coronavírus na Europa. Um obstáculo potencial é o fato de que os países europeus provavelmente não permitirão imediatamente que a maioria dos norte-americanos retome as visitas, disseram as autoridades.

 *Com informações da Reuters e CNN

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