Comparado com período crítico de 2020, PIB goiano registra alta em 2021

O boletim da Economia Goiana, estudo produzido pelo Instituto Mauro Borges (IMB), mostra que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 4,4% no

Postado em: 04-10-2021 às 11h39
Por: Nielton Soares
De acordo com o estudo do Instituto Mauro Borges, a economia goiana avançou no segundo trimestre deste ano sobre mesmo período de 2020. Confira | Foto: reprodução

O boletim da Economia Goiana, estudo produzido pelo Instituto Mauro Borges (IMB), mostra que o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 4,4% no segundo trimestre de 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado, quando havia mais incertezas sobre a pandemia da Covid-19.

Os dados apontam sinais de recuperação do setor produtivo no Estado e, nesse cenário, o melhor desempenho é da pecuária, indústria, serviços e comércio, em relação aos meses de abril, maio e junho de 2020, início da pandemia de Covid-19.

Os avanços podem ser comprovados pelo crescimento dos diversos setores da economia no período. A agropecuária avança no abate de bovinos (11,6%), suínos (17,6%) e aves (29,5%), e a safra do arroz deu um salto de 29,6%.

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Segundo a pesquisa, a indústria goiana teve crescimento de 0,7%, na comparação com o mesmo período de 2020. O setor de serviços obteve avanço de 8%. “Nada melhor do que, depois de passar o pior momento da pandemia, fazer uma análise de consciência e saber que nós acertamos. Primeiro, salvar vidas e também dar garantia às pessoas que ampliaram sua vulnerabilidade”, afirma o governador Ronaldo Caiado (DEM).

Caiado atribui o resultado das iniciativas do Governo Estadual. Dentre as quais: a transferência de renda para 100 mil famílias por meio do programa Mães de Goiás, auxílio aos jovens no início da vida profissional com o Aprendiz do Futuro e criação da Secretaria de Estado da Retomada.

“Essas leituras de cenário são cruciais para definir as ações de governo a serem adotadas com vistas a ampliar os avanços conquistados, e dirimir os entraves identificados em pontos da economia que estão sentindo os efeitos mais negativos advindos da pandemia como, por exemplo, os setores de turismo e eventos”, acredita o secretário-geral de Governo, Adriano da Rocha Lima. (Com informações do Governo Estadual)

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