Mês de maio: vendas no varejo avançam 8,1% em relação ao ano passado

Neste ano, todos os meses tiveram resultados positivos, com maio registrando o ponto mais alto. 

Postado em: 11-07-2024 às 10h30
Por: Yasmin Farias
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Neste ano, todos os meses tiveram resultados positivos, com maio registrando o ponto mais alto.  Foto: Helena Pontes/Agência IBGE Notícias

No mês de maio, as vendas do comércio varejista no Brasil tiveram um aumento de 1,2%, comparado ao mês anterior. Neste ano, todos os meses tiveram resultados positivos, com maio registrando o ponto mais alto. 

O gerente da Pesquisa Mensal de Comércio (PMG), Cristiano Santos, disse que o desempenho dos últimos meses está focado em hiper, supermercados e artigos farmacêuticos. “Em 2024, o varejo registrou cinco pontos positivos, com atingimento do nível recorde da série a partir de março, que se renovou em abril e maio. Esse desempenho dos últimos meses está muito focado em hiper e supermercados e artigos farmacêuticos, que também atingiram seus níveis máximos em maio. Com isso, o acumulado do ano é de 5,6%, enquanto, por exemplo, quando observamos todo o ano de 2023, o acumulado foi de 1,7%. Então é um resultado bastante positivo”.

Setores de tecido, vestuário, calçados, entre outros tiveram aumento. Porém, setores como livros, combustíveis, e outros, tiveram uma baixa. No caso de combustíveis e lubrificantes, a queda está relacionada com a diminuição de atividades do transporte no sul, em razão das enchentes. 

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Em comparação com o ano passado

Em comparação com maio do ano passado, houve uma alta de 8,1 de vendas no varejo. Esse avanço foi disseminado por cinco das oito atividades, quais são: outros artigos de uso pessoal e doméstico (14,5%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (13,6%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (10,5%), móveis e eletrodomésticos (2,1%) e tecidos, vestuário e calçados (2,0%).

Enquanto isso, apenas três atividades tiveram resultados negativos, que são:  livros, jornais, revistas e papelaria (-8,9%), combustíveis e lubrificantes (-3,2%) e equipamentos e material para escritório informática e comunicação (-0,2%).

“Esse crescimento de 8,1% é bem consistente e só se assemelha a fevereiro deste ano. Hiper e supermercados, artigos farmacêuticos e outros artigos de uso pessoal e doméstico tiveram ganhos mais pronunciados, de dois dígitos, e ajudaram a manter esse ritmo de crescimento mais forte” explica Cristiano.

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