No Havaí, brasileiros iniciam a temporada 2022 da Liga Mundial de Surfe

A nova elite dos melhores surfistas do mundo já está escalada para iniciar neste sábado (29) a temporada 2022 da Liga Mundial

Postado em: 29-01-2022 às 08h00
Por: Ildeu Iussef
Foto: Tony Heff/World Surf League

A nova elite dos melhores surfistas do mundo já está escalada para iniciar neste sábado (29) a temporada 2022 da Liga Mundial de Surf (WSL) Championship Tour no Havaí. O Billabong Pro Pipeline, evento que marcará a abertura da temporada, será histórico, pois pela primeira vez o CT feminino será 100% realizado junto com o masculino nos tubos de Banzai Pipeline.

Time Brasil no Billabong Pro Pipeline

No CT Feminino, Tatiana Weston-Webb está escalada na segunda bateria do Billabong Pro Pipeline, onde vai enfrentar as surfistas havaianas Malia Manuel, que é uma das cinco novatas deste ano, e Gabriela Bryan. 

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Já no CT Masculino, o Brasil vai competir no Billabong Pro Pipeline com apenas oito surfistas, pois estará desfalcado de Yago Dora, que está contundido. 

O substituto de Gabriel Medina, Caio Ibelli, está na bateria 3 com os australianos Morgan Cibilic e Connor O’Leary. Já o campeão olímpico Ítalo Ferreira está na bateria 5 ao lado do australiano Callum Robson e do peruano Miguel Tudela. Na bateria número 6, os brasileiros Filipe Toledo e Samuel Pupo vão encarar o havaiano Ivan Florence.

Miguel Pupo está escalado na oitava bateria ao lado do português Frederico Morais e do australiano Jackson Baker. Na bateria 9, os brasileiros Jadson André e João Chianca vão enfrentar o havaiano John John Florence. Enquanto na bateria 12, Deivid Silva terá pela frente o italiano Leonardo Fioravanti e o estadunidense Nat Young.

Na rodada inicial masculina e feminina, as baterias serão formadas por três surfistas. Os dois melhores em cada já se garantem para disputar vagas para as oitavas de final na terceira rodada da competição, enquanto os últimos colocados se enfrentam nas primeiras eliminatórias da segunda fase.

Desempenho em 2021

Em 2021, os brasileiros reinaram chegando nas finais de todas as sete etapas e vencendo cinco delas. E, para fechar o ano com chave de ouro, Gabriel Medina conquistou o tricampeonato mundial masculino na final brasileira com Filipe Toledo, na primeira decisão de título disputada no Rip Curl WSL Finals. Ainda teve o campeão olímpico Italo Ferreira ficando em terceiro lugar no ranking final e Tatiana Weston-Webb sendo a vice-campeã mundial feminina da temporada.

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