Pedro Raul desperta interesse do futebol francês

Vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 11 gols marcados, um a menos que Germán Cano, do Fluminense, o atacante Pedro Raul tem sido peça fundamental na campanha do Goiás na competição nacional

Postado em: 02-08-2022 às 20h30
Por: Breno Modesto
Desde que chegou ao Goiás, Pedro Raul disputou 34 partidas. No período, marcou 18 gols e deu uma assistência | Foto: Heber Gomes

Vice-artilheiro do Campeonato Brasileiro, com 11 gols marcados, um a menos que Germán Cano, do Fluminense, o atacante Pedro Raul tem sido peça fundamental na campanha do Goiás na competição nacional. Até aqui, o camisa 11 marcou a metade dos tentos esmeraldinos sendo, com sobra, o goleador do clube no campeonato.

As boas atuações de Pedro Raul têm despertado o interesse de vários clubes. Desta vez, do futebol europeu. De acordo com o repórter Venê Casagrande, do jornal O Dia, o Auxerre, recém-promovido à elite francesa, sondou a situação do jogador junto ao Kashiwa Reysol, do Japão, que é o dono de seu passe.

Segundo Casagrande, o modesto time francês estaria disposto a desembolsar uma quantia financeira no valor de 2 milhões de euros para contratar Pedro Raul. No entanto, o atleta, que está emprestado ao Esmeraldino até o fim da temporada, optou por permanecer no Brasil. Assim, a negociação esfriou.

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Recentemente, o atacante foi procurado por outra equipe. O Nagoya Grampus, também do Japão, e que conta com quatro brasileiros em seu elenco, quis levar Pedro Raul de volta para o futebol asiático. Porém, pelo mesmo motivo da recusa aos franceses, a oferta também acabou sendo rejeitada.

Na atual temporada, Pedro Raul disputou 41 partidas, marcou 20 gols e deu duas assistências. Pelo Esmeraldino, são 34 jogos, 18 tentos e um passe para gol. Antes, no início do ano, esteve no Juárez, do México, pelo qual atuou sete vezes, onde chegou a balançar a rede em duas oportunidades e também contribuiu com uma assistência. Caso mude de ideia e opte por sair, o camisa 11 renderá ao Goiás 10% do valor da negociação por conta da chamada “taxa de vitrine”.

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