Cristovão é apresentado no Atlético e destaca período de aprendizado

Último trabalho de Cristovão foi em 2017 pelo Vasco, mas o treinador revelou o que fez durante esse tempo - Foto: Paulo Marcos/ACG

Postado em: 25-01-2020 às 12h30
Por: Raphael Bezerra
Último trabalho de Cristovão foi em 2017 pelo Vasco, mas o treinador revelou o que fez durante esse tempo - Foto: Paulo Marcos/ACG

Felipe André

Contratado e agora devidamente apresentado. Cristovão Borges é o novo treinador do Atlético Goianiense, comandou o seu primeiro treino na última sexta-feira (24) e vai fazer a sua estreia neste domingo (26) contra o Goiânia, às 16h (horário de Brasília), no estádio Olímpico. O último trabalho do novo comandante do Dragão foi em 2017, pelo Vasco da Gama, mas nem por isso ficou parado durante este tempo. O contrato foi assinado até o fim de 2020.

“Tirei esse período para fazer uma reflexão da minha carreira. Senti a necessidade de rever muitas coisas, como profissional gostaria de melhorar. Quis me dar esse tempo para estudar e fiz isso. Fiz alguns cursos, mas independentemente deles, formei um grupo de estudos para encontrar respostas para os questionamentos que eu tinha. Foi proveitoso, a melhor coisa que fiz para investir da minha carreira”, destacou Cristovão.

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O treinador ressaltou que conheceu as estruturas e os objetivos do Atlético antes de assinar o contrato. Cristovão acompanhou o amistoso contra o Gama e assistiu a estreia contra o Grêmio Anápolis, em Anápolis, pelo Campeonato Goiano.

“Pode ser (um recomeço). Foi um desejo pessoal meu ficar esse tempo fora, cada um analisa e reflete seu trabalho querendo melhorar. Essa foi a maneira que eu encontrei. Vim antes para conversar com o presidente para tomar conhecimento de como é o trabalho aqui. Fiquei plenamente satisfeito, por isso é uma oportunidade, podemos fazer uma grande temporada para dar orgulho a todos e ao nosso torcedor”. 

O comandante chegou com um grande problema para resolver. O atacante Zé Roberto deixou o Atlético para atuar no futebol dos Emirados Árabes, mas Cristovão destacou que a situação não poderia ser alterada. “Quanto ao problema (saída do Zé Roberto), é uma questão contratual, tem coisas que fogem ao nosso controle”, finalizou.

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