Aulas de zumba são as mais procuradas por mulheres nas acadêmias

A modalidade foi inspirada na dança latina e trabalha principalmente os músculos dos membros inferiores

Postado em: 07-05-2018 às 16h55
Por: Katrine Fernandes
A modalidade foi inspirada na dança latina e trabalha principalmente os músculos dos membros inferiores

Katrine Fernandes*

A zumba é um programa fitness que envolve dança e ginástica
e que virou febre entre as mulheres nas academias goianas, por trazer uma
grande perda calórica e um resultado rápido de emagrecimento. Em uma hora de
aula a pessoa pode chegar a perder até 1.000 calorias.

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A modalidade foi inspirada na dança latina e trabalha
principalmente os músculos dos membros inferiores. Segundo o Personal Dancer Marcelo
JR, de 25 anos, a procura das mulheres por essa modalidade é maior por questões
não só de estética mais também de espírito.

“A zumba envolve o corpo e mente, a aula traz uma alegria,
traz diversão, muitas mulheres buscam certo refugio nas aulas, o material que é
dado pra gente nas aulas traz essa temática que envolve a diversão.”

Ainda segundo o profissional qualquer pessoa pode participar
da modalidade, até mesmo quem tem problemas patológicos, como nas articulações
ou na coluna, porém, é necessário ter sempre o acompanhamento de um
profissional para que ele possa fazer um treinamento individual para cada caso.
Além do acompanhamento de um professor uma alimentação saudável fará toda a
diferença e trará ainda melhores resultados.

As Aulas

O que poucas pessoas sabem é que a Zumba é uma marca que foi
criada na década de 90 pelo coreografo Beto Perez. Para a utilização da marca o
profissional precisa ter uma licença que é paga mensalmente para dar as aulas,
além dessa permissão o professor precisa ainda se profissionalizar em um curso
de capacitação, a marca zumba é a única é a única autorizada a treinar
instrutores.

O curso básico dura apenas um dia e é pago em lotes, de US$
160 até US$ 224. O valor mais alto é cobrado dos inscritos na semana da aula. O
preço inclui o licenciamento de um ano para dar aulas. Após esse prazo, o
professor deve pagar uma taxa mensal de US$ 30 para continuar usando o nome da
marca.

Katrine Fernandes é integrante do programa de estágio do Jornal O Hoje com supervisão de Naiara Gonçalves.*

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