Tempestades no norte da Índia deixam pelo menos 73 mortos

"A pior tempestade ocorreu em Agra, onde morreram 36 pessoas e 35 ficaram feridas. Em algumas zonas da cidade várias casas ficaram destruídas", disse o diretor de Gestão de Desastres, Sanjay Kumar

Postado em: 03-05-2018 às 08h45
Por: Márcio Souza
"A pior tempestade ocorreu em Agra, onde morreram 36 pessoas e 35 ficaram feridas. Em algumas zonas da cidade várias casas ficaram destruídas", disse o diretor de Gestão de Desastres, Sanjay Kumar

Pelo menos 73 pessoas morreram e 140 ficaram feridas nas
últimas 24 horas na sequência das fortes chuvas que se fazem sentir no norte da
Índia, disseram esta quinta-feira (3) fontes oficiais.

A tempestade está a afetar os Estados de Uttar Pradesh e
Rajastão, no norte e nordeste da União Indiana.

No Estado de Uttar Pradeesh morreram, pelo menos, 46 pessoas
e 38 ficaram feridas, disse o diretor adjunto da Autoridade de Gestão de
Desastres, Sanjay Kumar.

Continua após a publicidade

“A pior tempestade ocorreu em Agra, onde morreram 36
pessoas e 35 ficaram feridas. Em algumas zonas da cidade várias casas ficaram
destruídas”, acrescentou.

Kumar acrescentou que toda a região permanece em estado de
alerta, uma vez que se prevê a continuação do mau tempo.

Um porta-voz da Autoridade de Gestão de Desastres no
Rajastão, Bijendra Singh, explicou que 27 pessoas morreram e 102 ficaram
feridas nos distritos de Bharatpur, Alwar e Dholpur devido a uma tempestade de
areia durante a noite.

A mesma fonte frisou que a maior parte foi vítima de
acidentes porque se encontravam no exterior, apesar de as autoridades terem
emitido um alerta “uma ou duas horas antes” da tempestade, pedindo à
população que procurasse refúgio.

A monção que costuma afetar o norte da Índia em finais de
junho ocorreu este ano dois meses antes do habitual e com temperaturas
superiores aos 40 graus centígrados e fortes ventos.

Em 2017 mais de meia centena de pessoas morreram e cerca de
dois milhões foram afetadas pelas chuvas de junho e julho no noroeste do país.

Com informações do Expresso. 

 

Veja Também