“Fizemos ajuste para poder cuidar bem das pessoas”, diz Marconi

Governador afirma que Goiás vive equilíbrio fiscal, diferentemente de outros estados brasileiros que têm dificuldade para pagar o salário e também o 13º

Postado em: 13-10-2016 às 12h00
Por: Redação
Governador afirma que Goiás vive equilíbrio fiscal, diferentemente de outros estados brasileiros que têm dificuldade para pagar o salário e também o 13º

O governador Marconi Perillo afirmou que os ajustes fiscais realizados pelo governo de Goiás foram feitos para garantir o “cuidado com as pessoas”. Desde o fim de 2014, o Estado promove uma redução de despesas, como a extinção de cargos comissionados e redução de secretarias, para enfrentar a crise econômica.

“Fizemos ajustes para poder cuidar de pessoas. Minha equipe e eu trabalhamos com muito amor e muita dedicação para enfrentar tantas resistências, tantas dificuldades, para enfrentar a maior crise econômica da história do Brasil e ir vencendo essas crises, imprimindo a marca da modernidade e transformando nosso Estado em uma das maiores referências em todos os aspectos para o país”, afirmou Marconi na última quinta-feira, em resposta aos internautas, durante contato através das redes sociais no programa Governador Responde.

PEC

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Ao comentar sobre a Proposta de Emenda constitucional (PEC) 241, já aprovada em primeira votação no Congresso, que limita os gastos do governo federal, ele retomou o assunto. Marconi disse que é fundamental manter o limite de gastos do Estado para a manutenção de serviços. “Em Goiás, por exemplo, nós temos mais de 6 milhões de habitantes e 150 mil funcionários públicos. O Estado não pode gastar apenas com o serviço público”, afirmou, para quem a administração estadual deve investir pensando no conjunto da população.
 
Resultado

Ainda de acordo com o governados, o esforço do ajuste no Estado já mostra resultados consistentes, expressos, por exemplo, no superávit primário de R$ 1,7 bilhão registrado pelo Tesouro Estadual no segundo quadrimestre deste ano – conforme o Relatório de Gestão Fiscal apresentado pela secretária de Fazenda, Ana Carla Abrão, à Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), na última quarta-feira.
“Nós não temos dinheiro sobrando. Pelo contrário, nós estamos fazendo ajustes fortes para que a máquina funcione. O que é fazer a máquina funcionar? É investir, num ano, mais de R$ 3 bilhões só com o funcionamento da área de Segurança Pública, fora outros gastos, pagando folha, pagando as viaturas para estarem nas ruas, pagando as horas extras”, disse.

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