Marconi reafirma que PSDB terá candidato ao governo de Goiás durante reunião com vereadores de Goiânia

Postado em: 02-06-2022 às 15h22
Por: Rodrigo Melo
“Quem põem a gente para ser candidato é o eleitor e as lideranças que apoiam”, argumentou Perillo | Foto: Felipe Cardoso

O ex-governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB) esteve na Câmara de Goiânia nesta quinta-feira (02/5), em reunião com vereadores da capital. Durante o discurso na tribuna da Casa, Perillo afirmou que vai disputar as eleições deste ano e defendeu que o PSDB terá candidato ao governo de Goiás.

Na ocasião que teve a presença de 17 vereadores, a convite da vereadora Aava Santiago, que preside o PSDB em Goiânia, o tucano informou à jornalistas que ainda não definiu qual cargo irá disputar.

“Nós temos um cronograma que criamos no ano passado que prevê reuniões nossas todas as semanas em todas as regiões do Estado. Os encontros vão se encerrar no começo de julho. Ao final disso, tomaremos uma decisão com base nos que estamos ouvidos e a partir das pesquisas quantificas, qualitativas”, disse Marconi.

O ex-governador ainda declarou que “quem põem a gente para ser candidato é o eleitor e as lideranças que apoiam”, e que sua decisão não será influenciada pela posição nacional do partido.

As últimas pesquisas eleitorais mostram Marconi Perillo em segundo lugar, atrás somente de Ronaldo Caiado (UB), que disputa reeleição. No cenário que coloca Perillo para o Senado, o tucano aparece isolado em primeiro lugar.

Disputa presidencial

Apesar da desistência de João Dória (PSDB) nas disputas presidenciáveis, Marconi Perillo espera uma candidatura própria do partido, apontando o nome de Eduardo Leite, ex-governador do Rio Grande do Sul. Leite ficou em segundo lugar nas prévias da sigla em que concorreu contra Dória e Arthur Virgílio.

“[Eduardo Leite] foi o segundo colocado nas prévias. Isso que vou defender na reunião da próxima quinta-feira em Brasília. O nosso partido tem candidatos à presidência desde 1989, no período da pós-redemocratização”, indagou.

O ex-governador disse ainda que o partido não articula uma possível composição com o PT para as eleições regionais, que segundo ele, é por uma razão simples: “O PT tem candidato a presidente da república e o PSDB também terá”, concluiu.

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