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Calor intenso preocupa população de Goiânia

Postado em: 05-04-2016 às 06h00
A temperatura pode subir de 31°C, apontando a máxima em 37°C. O quadro pode permanecer até o dia 18 de abril

Elder Dorneles

A alta temperatura tem deixado o cidadão Goianiense preocupado. De acordo com a metereologista, Rosidalva Lopes, a massa de ar seco sobre o Estado inibi a formação de nuvens, fazendo o sol predominar. Esse fator faz com que a umidade relativa do ar diminua. 

A variabilidade no tempo do espaço é o responsável pelo excesso de chuva em janeiro e a diminuição nos meses de fevereiro e março. Rosidalva informa que a temperatura pode subir de 31°C, apontando a máxima em 37°c. Esse quadro pode permanecer até o dia 18 de abril. 

A professora de Educação Física, Maraiza Nunes Cardoso, 29, conta que suar o dia inteiro a incomoda. Para fugir da alta temperatura, ela usa roupas mais leves, protetor solar e está sempre acompanhada com uma garrafa de água. “Para amenizar o calor chego a tomar quatro banhos por dia, três durante o dia e um antes de dormir” relata. 

Já técnico em mineração, Laudelino Alves Fortes, 29, relata que gosta do calor. Porém nas temperaturas mais elevadas, água, sucos e ar-condicionado são alternativas para aproveitar melhor o dia. 

Prevenção 

Ontem, (4) começou a Semana da Alergia, período do ano famoso por agravar os quadros alérgicos. Segundo o alergista e presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia de Goiás (ASBAI-GO), Daniel Strozzi, o tempo seco intensifica os sintomas. O clima resseca as mucosas nasais, oculares e do pulmão, deixando-as expostas com mais probabilidade de reagir a produtos irritantes e alérgicos. Em alguns tipos de alergias, o calor pode agravar, por exemplo, urticárias. “Na época Outono-Inverno tem mais vírus no ar, assim piora ou desperta o início de um quadro alérgico. Tudo isso devido à aglomeração de pessoas”, explica. 

O alergista sugere que a pessoa procure um especialista e faça alguns testes. Em casos de alergia por alimento, dieta é um meio para conter o probelma. Em alguns casos há cura, por exemplo, para as complicações em relação a picadas de insetos. Outros tipos existem o controle, trazendo a sensação de cura ao paciente. “É aplicado uma vacina que diminui a reação que proporciona uma “cura”  passageira, informa. 

A estudante, Suellem Nayara da Silva Horácio, 22, há cinco anos tem sinusite e quando o tempo está seco ela sofre. Devido aos sintomas se assemelharem com gripe e dengue, a estudante recorre ao médico para amenizar as dores de cabeça. “Quando os sintomas são mais suportáveis eu tomo algum antialérgico que farmacêutico me indica”, conta. 

 

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