segunda-feira, 3 de agosto de 2026
Operação

PF investiga se Abin espionou Moraes, Gilmar Mendes e governadores

O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), chefe da Abin durante o governo Jair Bolsonaro, é suspeito de comandar o esquema

Luan Monteiropor Luan Monteiro em 25 de janeiro de 2024 às 17:14
Solenidade de posse do diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem
Solenidade de posse do diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem

A Polícia Federal (PF) investiga se o software de epionagem da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi utilizado para monitorar ilegalmente governadores e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é da jornalista Daniela Lima, da GloboNews.

O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), chefe da Abin durante o governo Jair Bolsonaro, é suspeito de comandar o esquema.

Fontes ligadas a investigação afirmam que a Abin teria investido no monitoramento ilegal dos ministros Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, do ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia e de Camilo Santana, ex-governador do Ceará e atual ministro da Educação.

Nesta quinta-feira (25) a PF deflagrou a operação “Vigilância Aproximada”, que é um desdobramento da operação “Primeira Milha”. Mandados foram cumpridos contra Ramagem.

A suspeita, até o momento, é de que ferramentas de geolocalização em dispositivos móveis foram utilizados sem autorização judicial.

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