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domingo, 4 de janeiro de 2026
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Ataque internacional

Ataque dos EUA deixa 40 feridos na Venezuela, segundo jornal

Donald Trump diz que as forças estão prontas para uma segunda onda de ataques na Venezuela se necessário

João Césarpor João César em 4 de janeiro de 2026
Venezuela
Foto: Divulgação/ Kremlin - Casa Branca

O ataque dos Estados Unidos em Caracas, capital da Venezuela, deixou 40 mortos, segundo informações do jornal “The New York Time“. Essa operação resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolas Maduro, e sua esposa.

Após a ação, Donald Trump afirmou em pronunciamento que os EUA irão assumir o comando da Venezuela até a transição de governo e também controlar o petróleo do país. Também voltou a acusa Maduro de comandar um cartel de narcotráfico na região.

Embora tenha classificado o ataque inicial como bem-sucedido, o presidente norte-americano alertou que as forças armadas estão de prontidão para uma segunda onda de ataques, caso seja necessário para garantir a estabilidade da intervenção.

A tensão entre os EUA e a Venezuela vem sendo potencializada há alguns meses. Em agosto de 2025, os EUA enviaram navios ao Caribe sob a justificativa de combate ao narcotráfico, chegando a bombardear embarcações e aumentar a recompensa pela captura de Maduro. Agora, o chanceler Yván Gil solicitou uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU, acusando os EUA de violarem a soberania e o Direito Internacional.

Como funcionou a operação na Venezuela?

As ofensivas começaram por volta das 2h (6h no horário de Brasília), com múltiplas explosões que iluminaram o céu de Caracas e causaram quedas de energia, especialmente na região sul da cidade. Relatos indicam o uso de mísseis, foguetes e o possível envolvimento de helicópteros CH-47G Chinook, projetados para operações secretas. O Fuerte Tiuna, maior complexo militar do país e sede do Ministério da Defesa, foi visto em chamas após ser um dos principais alvos.

Algumas fontes afirmam que o governo norte-americamo, mantinha equipes da CIA no terrítorio venezuelano para fornecer informações sobre a rotina de Maduro. Outras fontes disseram à Reuters  que a agência de inteligência americana também contava com um informante próximo a Maduro, pronto para indicar sua localização exata durante a operação.

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