Ataque dos EUA deixa 40 feridos na Venezuela, segundo jornal
Donald Trump diz que as forças estão prontas para uma segunda onda de ataques na Venezuela se necessário
O ataque dos Estados Unidos em Caracas, capital da Venezuela, deixou 40 mortos, segundo informações do jornal “The New York Time“. Essa operação resultou na captura do presidente venezuelano, Nicolas Maduro, e sua esposa.
Após a ação, Donald Trump afirmou em pronunciamento que os EUA irão assumir o comando da Venezuela até a transição de governo e também controlar o petróleo do país. Também voltou a acusa Maduro de comandar um cartel de narcotráfico na região.
Embora tenha classificado o ataque inicial como bem-sucedido, o presidente norte-americano alertou que as forças armadas estão de prontidão para uma segunda onda de ataques, caso seja necessário para garantir a estabilidade da intervenção.
A tensão entre os EUA e a Venezuela vem sendo potencializada há alguns meses. Em agosto de 2025, os EUA enviaram navios ao Caribe sob a justificativa de combate ao narcotráfico, chegando a bombardear embarcações e aumentar a recompensa pela captura de Maduro. Agora, o chanceler Yván Gil solicitou uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU, acusando os EUA de violarem a soberania e o Direito Internacional.
Como funcionou a operação na Venezuela?
As ofensivas começaram por volta das 2h (6h no horário de Brasília), com múltiplas explosões que iluminaram o céu de Caracas e causaram quedas de energia, especialmente na região sul da cidade. Relatos indicam o uso de mísseis, foguetes e o possível envolvimento de helicópteros CH-47G Chinook, projetados para operações secretas. O Fuerte Tiuna, maior complexo militar do país e sede do Ministério da Defesa, foi visto em chamas após ser um dos principais alvos.
Algumas fontes afirmam que o governo norte-americamo, mantinha equipes da CIA no terrítorio venezuelano para fornecer informações sobre a rotina de Maduro. Outras fontes disseram à Reuters que a agência de inteligência americana também contava com um informante próximo a Maduro, pronto para indicar sua localização exata durante a operação.
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