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quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
INJETÁVEIS IRREGULARES

Estudante de Biomedicina é presa em Aparecida de Goiânia por vender anabolizantes e remédios para emagrecer

Mulher e um homem foram presos em flagrante após a Polícia Civil flagrar esquema clandestino de venda de medicamentos injetáveis sem registro na Anvisa

Bia Salespor Bia Sales em 8 de janeiro de 2026
anabolizante
A polícia apreendeu outros remédios, anabolizantes, frascos vazios, seringas e instrumentos usados para mistura e envase irregular. (Imagem: Polícia Civil)

A Polícia Civil prendeu em flagrante um homem e uma mulher, estudante de Biomedicina, suspeitos de vender de forma clandestina de medicamentos injetáveis, como anabolizante e medicamentos para emagrecer, prática ilegal que tem ganhado espaço de forma preocupante nas redes sociais.

A ação, em Aparecida de Goiânia, teve início após uma denúncia anônima, que indicava um veículo utilizado para a entrega dos produtos. Durante a abordagem, os policiais localizaram ampolas de substâncias como tirzepatida e retatrutide, com fortes indícios de falsificação. Os medicamentos estavam armazenados em embalagens improvisadas, sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e sem qualquer comprovação de procedência.

Anabolizante, seringas, frascos

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Polícia flagrou mensagens que levam à suspeita da comercialização dos injetáveis clandestinos. (Imagem: Polícia Civil)

As diligências avançaram até uma casa, onde foi encontrado um esquema artesanal de manipulação e reenvasamento de medicamentos. No local, a polícia apreendeu outros remédios, anabolizantes, frascos vazios, seringas e instrumentos usados para mistura e envase irregular.

Para a Polícia Civil, o fato da detida ser estudante de Biomedicina agrava a situação, já que indica que ela tem conhecimento técnico mínimo sobre os riscos sanitários e legais, mesmo assim desrespeitados.

Os suspeitos foram autuados por crime contra a saúde pública, cuja pena pode chegar a 15 anos de reclusão, conforme a legislação brasileira.

Em alerta à população, a Polícia Civil reforçou que medicamento não é suplemento e que produtos injetáveis clandestinos podem causar complicações graves e até morte. A orientação é clara: medicamentos só devem ser utilizados com prescrição médica e procedência regular.

A corporação também destaca a importância das denúncias anônimas, que têm sido fundamentais para identificar e coibir esse tipo de crime.

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