Homem é preso por descumprir medida protetiva e ameaçar ex-companheira em Valparaíso de Goiás
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A Polícia Civil cumpriu mandado de prisão preventiva contra um homem de 32 anos investigado por violência doméstica, injúria e ameaça contra a ex-companheira, também de 32 anos, em Valparaíso de Goiás. A ação foi realizada pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), vinculada à 5ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), após o suspeito descumprir reiteradamente medidas protetivas impostas pela Justiça.
Ameaças persistentes e reincidência de ameaças do homem contra mulher

De acordo com a Polícia Civil, mesmo após decisão judicial que determinava o afastamento da vítima, o investigado continuou a persegui-la e intimidá-la. Ele enviou diversas mensagens ofensivas e ameaçadoras por SMS e WhatsApp, incluindo promessas explícitas de morte. Em uma das mensagens, o homem afirmou ter realizado um “trabalho religioso” para que a ex-companheira sofresse, além de declarar que queria vê-la “destruída” e “definhando até a morte”.
As investigações também revelaram que, em um dos episódios, o suspeito, sob efeito de álcool, invadiu a casa da mãe da vítima. No local, ele arremessou uma panela com caldo quente, que atingiu a perna da mulher e quase acertou o filho do casal, uma criança de apenas 2 anos. Além disso, o homem quebrou objetos da residência e voltou a ameaçar familiares, ampliando o risco à integridade física de todos.
Os fatos ocorreram em datas distintas, nos dias 25 de maio de 2025 e 1º de fevereiro de 2026, demonstrando reincidência e escalada da violência. Diante da gravidade das condutas e do descumprimento das medidas protetivas, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva, pedido que foi acolhido pelo Poder Judiciário.
Após o cumprimento do mandado e a realização dos procedimentos legais, o investigado foi encaminhado ao presídio da região, onde permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil reforça que casos de violência doméstica devem ser denunciados e que o descumprimento de medidas protetivas configura crime, podendo resultar em prisão preventiva para garantir a segurança da vítima.
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