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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Visitas de Aliados

Moraes autoriza visitas de Derrite, Bia Kicis, Feliciano e Rogério Marinho a Bolsonaro

Aliados do PL e líderes da oposição foram autorizados pelo STF a visitar o ex-presidente na Papudinha. Encontro fortalece estratégia da oposição para 2026

Paula Costapor Paula Costa em 19 de fevereiro de 2026
Visita PL
A conversa se dará em meio às articulações eleitorais – Derrite é cotado para candidatar-se ao Senado. Crédito: Agência Brasil.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira (19), a entrada de parlamentares e aliados políticos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no Complexo Penitenciário da Papuda, conhecido como Papudinha, onde ele cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. A decisão reforça que, mesmo condenado, o ex-presidente continua influente nos bastidores de Brasília.

De acordo com a autorização, poderão visitar Bolsonaro a deputada federal Bia Kicis (PL-DF), o deputado Marco Feliciano (PL-SP), o senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, além de Anderson Luís de Moraes, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro, e José Vicente Santini, assessor do governador de São Paulo.

Na mesma decisão, Moraes também liberou a visita do deputado Guilherme Derrite (PP-SP), marcada para o dia 25 de fevereiro. O encontro ocorre em meio às movimentações políticas para as eleições, já que Derrite é cotado para disputar uma vaga no Senado.

Segundo o despacho, os pedidos foram apresentados pela defesa do ex-presidente, que argumentou a necessidade de manter interlocução política e institucional durante o cumprimento da pena. Inicialmente, parte das solicitações ainda aguardava análise, mas, com a nova deliberação, todas foram deferidas.

As visitas reforçam a estratégia de aliados de Bolsonaro para manter sua influência no campo conservador, mesmo após a condenação, e indicam a intensificação das articulações da oposição para o próximo ciclo eleitoral. A decisão do STF, no entanto, mantém restrições quanto à frequência e às condições dos encontros, em conformidade com o regime prisional imposto ao ex-presidente.

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