quarta-feira, 18 de março de 2026
MUNDO PET

Pulgas e carrapatos: como proteger seu pet e evitar doenças dentro de casa

Parasitas podem causar alergias, infecções e até doenças graves; prevenção é essencial para cães, gatos e toda a família

Bia Salespor Bia Sales em 18 de março de 2026
carrapatos
(Imagem: Reprodução)

Pequenos, mas extremamente perigosos, pulgas e carrapatos são parasitas que podem comprometer seriamente a saúde de cães, gatos e até dos próprios tutores. Mais do que um simples incômodo, eles são responsáveis por transmitir doenças, provocar alergias e gerar infestações difíceis de controlar.

As pulgas são insetos que se alimentam de sangue e se multiplicam rapidamente, não apenas no animal, mas também no ambiente — como sofás, tapetes e camas. Já os carrapatos, que pertencem à família dos aracnídeos, se fixam na pele do pet e podem passar despercebidos enquanto se alimentam.

Riscos vão além da coceira

Os sinais mais comuns de infestação incluem coceira intensa, vermelhidão na pele, queda de pelos e irritação. Em casos mais avançados, os parasitas podem provocar doenças mais graves.

Entre os riscos estão infecções, verminoses e doenças transmitidas por carrapatos, como a erliquiose, que pode causar febre, anemia e fraqueza nos animais.

Além disso, as pulgas também podem transmitir parasitas intestinais e outras doenças, o que reforça a importância do controle contínuo.

O ambiente também precisa de atenção

Um dos erros mais comuns é tratar apenas o animal e esquecer o ambiente. Isso porque grande parte dos ovos e larvas desses parasitas permanece espalhada pela casa, facilitando novas infestações.

Locais como tapetes, sofás, frestas no piso e a cama do pet são os principais esconderijos. Por isso, a limpeza frequente é fundamental para interromper o ciclo de reprodução.

Como prevenir pulgas e carrapatos

A prevenção é sempre o melhor caminho e envolve cuidados simples no dia a dia:

  • Manter a higiene do pet com banhos e escovação regular

  • Limpar frequentemente o ambiente onde o animal vive

  • Utilizar antiparasitários, como coleiras, pipetas ou comprimidos

  • Fazer inspeções no pelo após passeios ou contato com outros animais

  • Buscar orientação de um médico-veterinário para o tratamento adequado

Essas medidas ajudam a reduzir significativamente o risco de infestação e protegem não só o animal, mas também toda a casa.

Atenção aos sinais

Ficar atento ao comportamento do pet é essencial. Coceira excessiva, feridas na pele ou presença visível de parasitas são sinais de alerta e indicam a necessidade de procurar um veterinário.

No fim das contas, cuidar da prevenção é mais simples — e muito mais seguro — do que lidar com uma infestação já instalada.

Leia mais: Como o cachorro escolhe o humano preferido da casa?

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