Bolsonaro recebe alta da UTI e segue internado em quarto
Ex-presidente Jair Bolsonaro é transferido da UTI para quarto após dez dias
O ex-presidente Jair Bolsonaro recebeu alta da Unidade de Terapia Intensiva nesta segunda-feira (23). Em seguida, ele foi transferido para um quarto no Hospital DF Star, onde permanece internado sob acompanhamento médico.
A informação foi confirmada pelo médico responsável, Brasil Caiado. Segundo ele, o ex-presidente seguirá em observação fora da UTI. A internação teve início no dia 13 de março, após um quadro de mal-estar.

Internação e quadro clínico de Bolsonaro
De acordo com a equipe médica, Jair Bolsonaro foi diagnosticado com pneumonia decorrente de broncoaspiração. Desde então, ele passou por tratamento intensivo. Durante esse período, permaneceu na UTI sob monitoramento contínuo.
Conforme boletim médico divulgado, o quadro clínico é considerado estável. Além disso, os profissionais indicam que a evolução tem sido acompanhada de forma contínua. O documento também aponta que a resposta ao tratamento segue dentro do esperado.
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Tratamento e acompanhamento
Atualmente, o ex-presidente segue em tratamento com antibioticoterapia endovenosa. Além disso, recebe suporte clínico e realiza fisioterapia respiratória e motora. Essas medidas fazem parte do protocolo adotado pela equipe médica.

Em seguida, a equipe avalia a evolução do quadro. Caso o progresso continue, a previsão é de continuidade do tratamento fora da terapia intensiva. O acompanhamento médico permanece sem previsão imediata de alta hospitalar.
Manifestação da PGR e análise no STF
Paralelamente ao quadro de saúde, a Procuradoria-Geral da República enviou manifestação ao Supremo Tribunal Federal. No documento, o órgão se posiciona a favor da concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente.
O pedido será analisado pelo ministro Alexandre de Moraes. A solicitação partiu da defesa de Jair Bolsonaro. No parecer, o procurador-geral Paulo Gonet aponta a necessidade de atenção contínua ao estado de saúde.

Além disso, o documento menciona a importância da preservação da integridade física de pessoas sob custódia do Estado. Segundo o texto, o ambiente domiciliar poderia oferecer condições mais adequadas ao acompanhamento do quadro clínico.