Goiás cria mais de 14,5 mil empregos em fevereiro e mantém crescimento
Saldo positivo é impulsionado por todos os setores da economia, com liderança de serviços e destaque para Goiânia e municípios do interior
Goiás registrou saldo positivo na geração de empregos formais em fevereiro e abriu 14.557 novas vagas com carteira assinada. Os dados, divulgados pelo Novo Caged, reforçam o bom desempenho do mercado de trabalho no Estado e indicam avanço em diferentes setores da economia.
Todos os cinco principais segmentos econômicos apresentaram crescimento no período. O setor de Serviços liderou a geração de empregos, com mais de 6,1 mil novas vagas. Na sequência, aparecem a Agropecuária, com 3,4 mil postos, a Indústria, com 2,4 mil, o Comércio, com 1,6 mil, e a Construção, responsável por 835 novas oportunidades. Dessa forma, o resultado mostra uma expansão equilibrada entre as áreas produtivas.
Além disso, o desempenho também se refletiu nos municípios. Goiânia foi destaque ao criar cerca de 3 mil vagas formais, mantendo o maior estoque de empregos do Estado, com mais de 575 mil vínculos ativos. Em seguida, aparecem cidades como Rio Verde, Anápolis, Cristalina e Ceres, que também contribuíram para o saldo positivo.
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No recorte por perfil dos trabalhadores, os homens ocuparam a maior parte das vagas, com 9,1 mil postos, enquanto as mulheres preencheram 5,4 mil oportunidades. Ao mesmo tempo, pessoas com ensino médio completo foram as mais beneficiadas, somando 9,7 mil contratações. Já os jovens entre 18 e 24 anos lideraram o saldo, com 5,4 mil novos empregos, o que reforça a entrada dessa faixa etária no mercado de trabalho.
Em nível nacional, o cenário também foi positivo. O Brasil gerou mais de 255 mil empregos formais em fevereiro, com destaque para as regiões Sudeste e Sul. Nesse contexto, o Centro-Oeste, onde Goiás está inserido, também apresentou crescimento consistente.
Diante dos números, o resultado de fevereiro confirma a tendência de recuperação e expansão do emprego formal em Goiás. Ao mesmo tempo, evidencia a importância de políticas voltadas à qualificação profissional e à geração de oportunidades, especialmente para jovens, que seguem como protagonistas no mercado de trabalho.