Passear com pets na coleira evita acidentes e garante mais segurança nas ruas
Uso da coleira ajuda a prevenir fugas, atropelamentos e ataques durante passeios com cães e gatos
Passear com pets sem coleira pode colocar em risco não apenas a vida dos animais, mas também a segurança de tutores e pessoas nas ruas. Especialistas em comportamento animal reforçam que o acessório é essencial durante passeios, inclusive para gatos, que vêm aparecendo cada vez mais em caminhadas ao lado dos donos.
Embora seja comum associar a coleira aos cães, veterinários explicam que alguns gatos também podem se adaptar ao uso do acessório, desde que o processo seja feito com calma, paciência e respeitando os limites do animal.
Segundo especialistas ouvidos pelo portal Metrópoles, os felinos são naturalmente curiosos, mas precisam se sentir seguros para aceitar passeios externos. Ambientes muito barulhentos ou movimentados podem provocar medo, ansiedade e até reações imprevisíveis.
Coleira ajuda a evitar fugas e atropelamentos
O uso da coleira e da guia reduz drasticamente os riscos de fuga, atropelamentos, brigas com outros animais e contato com doenças.
Veterinários alertam ainda que gatos têm maior facilidade para escapar de acessórios inadequados, por isso o ideal é utilizar peitorais específicos e ajustados corretamente ao corpo do animal.
Além da segurança, os passeios podem ajudar no bem-estar físico e emocional dos pets, principalmente em casos de animais muito ativos, obesos ou que vivem exclusivamente dentro de casa.
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Adaptação deve ser gradual
Especialistas recomendam que a adaptação comece dentro de casa. O tutor deve permitir que o pet conheça a coleira antes de utilizá-la e iniciar caminhadas curtas em ambientes tranquilos.
Sinais como orelhas para trás, pelos arrepiados, cauda eriçada e tentativas de fuga indicam desconforto e mostram que o animal precisa de mais tempo para adaptação.
Passeio seguro exige vacinação em dia
Outro ponto importante é manter vacinas, vermífugos e proteção contra pulgas atualizados antes de levar cães ou gatos para ambientes externos.
Especialistas também orientam evitar locais com muitos cães soltos, excesso de barulho ou grande movimentação, principalmente no caso dos felinos.