sexta-feira, 29 de maio de 2026
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Pets ajudam idosos a enfrentar solidão e melhorar qualidade de vida, apontam especialistas

Companhia dos animais pode estimular socialização, reduzir sensação de isolamento e até incentivar rotina mais ativa na terceira idade

Bia Salespor Bia Sales em 29 de maio de 2026
Pets ajudam idosos a enfrentar solidão e melhorar qualidade de vida, apontam especialistas
(Imagem: Freepik)

Os animais de estimação têm se tornado aliados importantes para o bem-estar físico e emocional de idosos. Especialistas afirmam que a convivência com pets ajuda a reduzir a solidão, melhora a saúde mental e estimula hábitos mais saudáveis durante a terceira idade.

Além da companhia diária, os pets também incentivam a criação de rotinas e ajudam idosos a se manterem mais ativos. Passeios, cuidados com alimentação, higiene e consultas veterinárias fazem parte de tarefas que estimulam movimento, responsabilidade e sensação de propósito.

Segundo especialistas ouvidos pelo portal Metrópoles, a interação com animais também contribui para diminuir o isolamento social, já que muitos tutores passam a ter mais contato com outras pessoas durante caminhadas ou visitas ao veterinário.

Em alguns casos, os benefícios vão além do emocional. Estudos e experiências práticas apontam melhora no humor, redução de sintomas depressivos e até auxílio no controle do estresse e da pressão arterial.

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Rede de apoio e rotina devem ser considerados

Especialistas ressaltam, porém, que a decisão de ter um pet deve considerar fatores como mobilidade, rotina e rede de apoio familiar. Para idosos mais tranquilos ou com limitações físicas, gatos, pássaros e peixes podem ser opções mais adequadas. Já idosos mais ativos podem se beneficiar da companhia de cães com perfil mais calmo.

Outro ponto importante é manter os cuidados veterinários em dia. Vacinação, controle de parasitas, alimentação adequada e acompanhamento regular ajudam a garantir qualidade de vida tanto para os animais quanto para os tutores.

Especialistas destacam ainda que o envelhecimento acaba sendo compartilhado entre tutor e pet, fortalecendo vínculos afetivos e criando relações de cuidado mútuo ao longo dos anos.

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