segunda-feira, 6 de julho de 2026
levantamento

Rio Verde ultrapassa Anápolis e muda ranking das maiores economias de Goiás

Levantamento do IBGE mostra nova configuração entre as maiores economias goianas

Micael Mourapor Micael Moura em 6 de julho de 2026
Rio Verde
Foto: Divulgação/ Prefeitura de Rio Verde

A economia goiana passou por mudanças no ranking estadual. Dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos municípios de Goiás, referentes a 2023, mostram que Rio Verde ultrapassou Anápolis e assumiu a segunda posição entre as maiores economias do estado.

O levantamento, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela uma nova configuração entre os municípios com maior participação na economia goiana.

Rio Verde assume a segunda posição

Rio Verde registrou um PIB de R$ 22,3 bilhões em 2023, resultado impulsionado principalmente pelo agronegócio e pela cadeia industrial ligada ao setor.

Com o desempenho, o município passou a ocupar a segunda colocação no ranking estadual.

Já Aparecida de Goiânia aparece na terceira posição, com PIB de R$ 20,8 bilhões.

Anápolis cai para o quarto lugar

Anápolis deixou a segunda colocação e passou para o quarto lugar entre as maiores economias de Goiás.

Em 2023, o município registrou PIB de R$ 20,4 bilhões, mantendo participação de 1,8% na economia do Centro-Oeste e de 0,2% no PIB nacional.

Embora tenha apresentado crescimento em relação a 2022, quando o PIB foi de R$ 19,3 bilhões, a evolução foi menor que a observada em outros municípios goianos.

Goiânia segue na liderança

Goiânia permanece como a maior economia de Goiás.

A capital registrou PIB de R$ 75,7 bilhões em 2023, mantendo a liderança estadual e ocupando a segunda posição entre as maiores economias do Centro-Oeste, atrás apenas de Brasília.

Entre 2022 e 2023, Goiânia apresentou crescimento de 14,34%, o maior percentual entre os principais municípios goianos.

Levantamento segue metodologia nacional

Os dados fazem parte da pesquisa PIB dos Municípios, produzida pelo IBGE. A metodologia é padronizada em todo o país e integrada ao Sistema de Contas Nacionais e Regionais, permitindo a comparação entre municípios, estados e o cenário nacional.

Nesta edição, o estudo não apresenta a divisão do PIB por setores — Agropecuária, Indústria e Serviços — nem os dados detalhados da administração pública.

Segundo o IBGE, essas informações voltarão a ser divulgadas após a implementação da nova série do Sistema de Contas Nacionais (SCN), prevista para 2027, com ano-base em 2021.

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