Polícia Civil prende 10 suspeitos em operação contra tráfico de drogas na Cidade de Goiás
Grupo investigado seria responsável por remessas de drogas e distribuição de entorpecentes na Cidade de Goiás
A Polícia Civil de Goiás deflagrou, nesta quinta-feira (8), a 18ª fase da Operação Destroyer – Domini Veteres, com o objetivo de desarticular uma organização suspeita de atuar no tráfico de drogas e na associação para o tráfico. A ação é conduzida pelo Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) da 4ª Delegacia Regional de Polícia (DRP) e ocorre nas cidades de Goiás e Goiânia.
Ao todo, foram expedidas 19 ordens judiciais, sendo 10 mandados de prisão preventiva e nove de busca e apreensão. Até o momento, segundo a Polícia Civil, nove dos dez mandados de prisão preventiva já foram cumpridos. Durante as buscas, um décimo suspeito foi preso em flagrante após ser encontrado com entorpecentes.
Investigação apontou distribuição de drogas
Segundo a investigação, três pessoas, sendo dois irmãos, seriam responsáveis por realizar remessas de entorpecentes para a Cidade de Goiás. A droga, conforme a apuração, era posteriormente distribuída e revendida por outros sete suspeitos.
Diante dos elementos reunidos durante a investigação, a Polícia Civil representou pela prisão preventiva dos envolvidos e pela realização das buscas nos endereços relacionados ao grupo. As medidas foram autorizadas pela Justiça.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais localizaram uma quantidade significativa de drogas, além de armas de fogo e munições. A Polícia Civil ainda deve detalhar a quantidade e os tipos de entorpecentes apreendidos na operação.
Operação já bloqueou R$ 470 milhões
A Operação Destroyer faz parte de uma estratégia permanente da Polícia Civil de Goiás para combater organizações criminosas ligadas ao tráfico de drogas. Segundo a corporação, as ações são baseadas no trabalho de inteligência e na atuação integrada das unidades policiais.
Desde o início da ofensiva, mais de 860 medidas judiciais já foram cumpridas. A operação também resultou no bloqueio de mais de R$ 470 milhões em valores e bens relacionados às investigações.
Os presos nesta nova fase deverão responder pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, previstos nos artigos 33 e 35 da Lei nº 11.343/2006. As investigações continuam para identificar a participação individual de cada suspeito e a extensão da estrutura criminosa.
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