DF confirma 23 casos de mpox em 2026 e acende alerta epidemiológico
Oito diagnósticos foram registrados em outubro, e Secretaria de Saúde investiga a origem das infecções. Especialistas explicam sintomas, formas de transmissão e quando procurar atendimento
O Distrito Federal confirmou 23 casos de mpox até a primeira semana de novembro de 2026, sendo oito somente em outubro. O número se aproxima dos 25 registros contabilizados durante todo o ano passado. Desde o início da disseminação global do vírus, em 2022, a capital federal já acumula 425 diagnósticos. O aumento recente levou a Secretaria de Saúde (SES-DF) a investigar a origem das infecções.
A mpox é uma doença infecciosa causada pelo vírus MPXV. A manifestação mais característica é o aparecimento de lesões na pele, que podem começar como manchas ou elevações, evoluir para bolhas e pústulas e, posteriormente, formar crostas. As feridas podem ser dolorosas e atingir diferentes partes do corpo, inclusive regiões genital, anal e oral. Febre, calafrios, dor de cabeça e aumento dos linfonodos, conhecidos como ínguas, também podem ocorrer.
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A cepa responsável pelos casos recentes ainda não foi identificada. De acordo com a SES-DF, o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF) realiza análises complementares para determinar o tipo viral em circulação. Casos com complicações podem exigir internação e acompanhamento especializado.
A transmissão pode ocorrer enquanto houver presença do vírus nas lesões, período que costuma durar de duas a quatro semanas.
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