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domingo, 18 de janeiro de 2026
ex-ministro da Defesa

Morre Raul Jungmann aos 77 anos em Brasília

Ex-ministro ocupou pastas estratégicas em diferentes governos e teve trajetória marcada por cargos no Executivo e no Legislativo

Thais Munizpor Thais Muniz em 18 de janeiro de 2026
Raul Jungmann

Morreu neste domingo (18) o ex-ministro Raul Jungmann, aos 77 anos, em Brasília. Ele estava internado no Hospital DF Star, onde tratava um câncer no pâncreas. A informação foi confirmada por familiares e por nota oficial divulgada pelo Instituto Brasileiro de Mineração.

Natural de Recife, Jungmann construiu carreira política com atuação em diferentes esferas do poder público. Ao longo de décadas, ocupou cargos no Legislativo e no Executivo federal, além de funções administrativas em entidades nacionais. Sua morte ocorre após período de internação na capital federal.

Atuação no Executivo federal e no Congresso

Raul Jungmann foi deputado federal por três mandatos pelo estado de Pernambuco. No Executivo, integrou o primeiro escalão em governos distintos. Durante a gestão de Fernando Henrique Cardoso, comandou os ministérios do Meio Ambiente, do Desenvolvimento Agrário e de Políticas Fundiárias.

Anos depois, voltou ao governo federal como ministro da Defesa e, posteriormente, da Segurança Pública no governo de Michel Temer. Nessas funções, esteve à frente de áreas relacionadas à política de defesa, segurança interna e coordenação de forças federais.

Antes de chegar ao Congresso Nacional, Jungmann também atuou na política municipal. Em Recife, exerceu o cargo de vereador no início da carreira pública. A trajetória incluiu ainda participação em debates sobre reforma agrária, meio ambiente e políticas institucionais, temas ligados às pastas que ocupou ao longo dos anos.

Última função pública e informações sobre o velório

A última função pública de Raul Jungmann foi como diretor-presidente do Ibram, entidade representativa do setor mineral no Brasil. Em comunicado divulgado neste domingo, o instituto informou que o velório será realizado em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.

Na nota, o Ibram registrou a passagem do ex-ministro pela instituição e por cargos públicos. “Jungmann será lembrado por sua competência, visão estratégica, capacidade de articulação e pelo legado de diálogo e ética que deixa não apenas na mineração, mas em toda a vida pública brasileira”, informou o texto oficial.

O comunicado não detalhou data e horário do sepultamento. Até o momento, não há previsão de cerimônia aberta ao público.

 

 

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