iPhone por R$ 1.300? Saiba como participar do leilão da Receita Federal
O leilão está marcado para 3 de fevereiro e será feito de forma totalmente online
A Receita Federal vai realizar um leilão eletrônico de mercadorias apreendidas/abandonadas. Entre os itens que chamam atenção tem o iPhone 15 com lance inicial a partir de cerca de R$ 1.300.
O leilão está marcado para 3 de fevereiro, com a sessão pública de lances prevista para as 10h (horário de Brasília). O evento será feito de forma totalmente online, permitindo que pessoas físicas e jurídicas enviem propostas e disputem os lotes pelo Sistema de Leilão Eletrônico da Receita Federal.
Quando e como participar
- Envio das propostas: começa às 8h do dia 29 de janeiro e segue até 21h do dia 2 de fevereiro.
- Sessão de lances: dia 3 de fevereiro, a partir das 10h.
- Plataforma: as ofertas são feitas exclusivamente pelo e-CAC, portal do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte, acessado com login via Gov.br (nível de confiabilidade prata ou ouro).
- Para participar, é necessário ter cadastro regular no CPF (pessoas físicas) ou CNPJ (pessoas jurídicas) e o respectivo selo de confiabilidade no Gov.br.
Destaques dos lotes
O leilão reúne 289 lotes com itens variados, que incluem:
- iPhone 15 com lances iniciais de cerca de R$ 1.300 e R$ 1.400 em diferentes lotes
- Notebooks de marcas como Apple e Dell, a partir de valores em torno de R$ 3.600
- iPad com lance inicial a partir de cerca de R$ 1.000
- Veículos como um Volkswagen Taos CL TSI usado, com lance mínimo de aproximadamente R$ 80 mil.
Visitação e retirada
Antes do dia do leilão, os itens poderão ser visualizados presencialmente entre 26 e 30 de janeiro, mediante agendamento, em diferentes cidades do estado de São Paulo, como Guarulhos, Santos, Sorocaba e Campinas — informações completas sobre endereços e horários estão disponíveis no edital.
Após arrematar um lote, o vencedor tem até 30 dias para retirar o bem adquirido. O pagamento deve ser feito exclusivamente via Documento de Arrecadação da Receita Federal (DARF) — a Receita alerta que não cobra por depósitos ou transferências bancárias, como forma de evitar golpes.
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