Câmara, Assembleia e Senado se mostram caríssimos e inúteis
Em dinheiro, supera o Tigrinho e, em absurdo, quase alcança as bets
Uma rápida olhada em ohoje.com destaca os números dantescos do Legislativo, nos três âmbitos, nacional, estadual e municipal. Em dinheiro, supera o Tigrinho e, em absurdo, quase alcança as bets. Bastaria esse desperdício para deixar a sociedade insatisfeita com o que é feito com seus impostos. Mas a inutilidade ficou mais evidente que a carestia: simplesmente, não há projeto algum de interesse público sendo votado na Câmara dos Deputados, no Senado ou na Assembleia Legislativa de Goiás.
Quando algo vai a plenário e comissões, o olhar é exclusivo no título de eleitor: só segue em frente o que rende voto, ainda que piore a situação do País e do Estado. Veja-se um caso: o Brasil ainda não resolveu a destinação dos recursos do petróleo da Margem Equatorial. A continuar no desinteresse dos parlamentares, terá o destino do Pré-Sal, cujo faturamento foi diluído e se aproveitou exatamente nada. Qual a grande obra feita com as verbas? Qual a melhora na Educação? Quantos bilhões de dólares foram investidos em laboratórios para os pesquisadores nacionais?
Acompanhe as mídias sociais dos pré-candidatos à reeleição: nenhum apresenta alguém de quem ganhou voto porque vai apresentar um projeto para defender isso ou aquilo. É só máquina e obra para prefeito ou promessa de cargo. Os arquivos de ohoje.com também revelam que este jornal já mostrou um superado Montesquieu (saiba mais igualmente em ohoje.com): acabou a divisão do poder em Legislativo, Executivo e Judiciário. O único poder que decide mesmo é o aquisitivo. (Especial para O HOJE)
Siga o Canal do O Hoje e receba as principais notícias do dia direto no seu WhatsApp! Canal do O Hoje.