Erros de Lula e a volta dos estudantes nos atos políticos
Nunca antes na história deste país, como diria Lula (PT), se teve uma eleição tão acirrada quanto a que se encerra neste domingo (25). Isso porque o antipetismo ganhou outra dimensão na última década com o bolsonarismo. Com erro atrás de erro, Lula (PT) cuidou para que fosse assim. Transferiu renda a torto e a direito, tirou de quem produz para entregar a quem não produz e ainda bancou uma burocracia estatal privilegiada, enquanto o resto do país pagava a conta sem receber de volta o mínimo de dignidade. O resultado foi um ressentimento que desaguou no bolsonarismo, hoje talvez a maior força política desde o varguismo. Com fôlego não só para derrotar Lula, mas para destronar toda a esquerda.
Nada mais natural, portanto, que ela reaja nesta reta final. Só que a tarefa não será fácil, porque a direita não vai ficar de braços cruzados. Os universitários, sobretudo os de instituições públicas, onde o domínio ideológico da esquerda sempre foi avassalador, que passaram anos em silêncio por medo de represália, resolveram ir às ruas. O que vimos até aqui é que pela primeira vez em muito tempo as manifestações de direita suplantaram em tamanho e intensidade as de esquerda. Resta agora saber se o barulho nas ruas se tornará voto na urna.
Bloco do 22 na T-10
A direita encerra a campanha em Goiás com um grande ato de apoio a Flávio Bolsonaro (PL) neste sábado (24), às 9h, na Avenida T-10, em Goiânia, com a presença de Ronaldo Caiado (PSD), Daniel Vilela (MDB), Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União Brasil).
Ato da Vitória
Enquanto a direita fecha a T-10 pela manhã, a esquerda se reúne a partir das 15 horas do sábado (24) na Praça Universitária, também na Capital, para o que já vem sendo chamado de “ato da vitória”.
Factoide eleitoral
Durante a semana, a coluna conversou com analistas políticos para entender os possíveis impactos do desafio de “quebra de sigilo” feito por Lula (PT) a Flávio Bolsonaro (PL). Foram unânimes. Trata-se apenas de um “factoide eleitoral”, sem qualquer efeito prático para o eleitor, que está preocupado é como os preços no supermercado.
Mudou de lado
O prefeito de Mutunópolis, Luiz Martins de Oliveira (MDB), decidiu abrir dissidência na base governista e declarar apoio a Lula (PT). Ao lado da primeira-dama Maria José Martins, Luizinho, como é conhecido, publicou uma foto com o gesto de “L” em suas mãos.
PL municipalista
Nas hostes da cúpula nacional do PL, leia-se Flávio Bolsonaro e o presidente da legenda no País, Valdemar Costa Neto, o martelo está batido: o senador Wilder Morais vai continuar no comando da legenda em Goiás. Se não der uma ‘zebra’ neste domingo (25), Flávio Bolsonaro deve ser eleito presidente da República. Desse modo, o PL de Goiás vai reorganizar o partido no interior com vistas à eleição para prefeitos, vices e vereadores. A ideia de Wilder e seus aliados é focar no municipalismo como tração política com vistas em 2030.
Fidelidade à prova
As cabeças pensantes do PL não querem correr risco de eleger prefeitos e depois eles abandonarem o partido. A ideia é investir em lideranças mais orgânicas e compromissadas com os interesses da população e não de grupos políticos.
Desespero petista no DF – O PT do Distrito Federal joga todas as fichas contra a governadora Celina Leão (PP), mas, até o momento, não conseguiu ameaçar o favoritismo dela na intenção de votos. Haja desespero!
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