Tigrinho pode ajudar a definir com quem Republicanos fica
As igrejas de modo geral, as evangélicas em particular e as neopentecostais especificamente estão sofrendo com o “tigrinho”
As igrejas de modo geral, as evangélicas em particular e as neopentecostais especificamente estão sofrendo com o “tigrinho”, o emaranhado de jogos virtuais que viciam. São iguais às bets na voracidade sobre o bolso dos apostadores. Em vez de pagar o dízimo e dar as ofertas, parte dos fiéis prefere o deles em dinheiro e, claro, perde o pouco que tem. Por isso, a Igreja Universal não pode sequer arriscar nas eleições: seu candidato a presidente da República é o que ganhar. E a governador? Idem. Também em Goiás? Inclusive.
Mesmo contando com favoritos nos dois mais populosos Estados, Tarcísio de Freitas em São Paulo e Cleitinho Azevedo em Minas Gerais, o Republicanos está penando porque o 1º está nem aí para o partido e o 2º desistiu de vez. É a única legenda do Centrão com viés religioso, parte de um pacote com a igreja, o grupo de comunicação encabeçado pela TV Record e o banco Digimais. Todos, atualmente, em declínio. A diferença é que o partido está num momento que só se repetirá em quatro anos. São duas as suas alternativas: ou ganhar ou vencer, daí a estratégia de decidir apoiar quem já estiver eleito.
Será assim também para governador. Os candidatos a deputado vão fazer dobradinha com Daniel Vilela (MDB) e seus senadores enquanto houver expectativa de continuar no poder. Ventilou-se a possibilidade de cair, vão para o muro. Apareceu chance clara de derrota, descem e aderem ao novo líder, na velha máxima de dê o que der, aconteça o que acontecer, estamos com os vencedores. (Especial para O HOJE)
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