Homem é flagrado furtando vasos de plantas durante a madrugada, em Goiânia

Um homem ainda não identificado foi filmado furtando vasos de plantas da fachada de uma casa no setor Urias Magalhães, na região

Postado em: 07-12-2021 às 08h19
Por: Ícaro Gonçalves
Apesar de não serem itens de grande valor, se apossar indevidamente de plantas pode configurar crime de furto | Imagens: Reprodução

Um homem ainda não identificado foi filmado furtando vasos de plantas da fachada de uma casa no setor Urias Magalhães, na região norte de Goiânia. O caso ocorreu durante a madrugada da última segunda-feira (6/12). Câmeras de segurança instaladas no exterior da residência filmaram a ação do indivíduo, que demonstra calma enquanto escolhe quais vasos furtar.

A ação foi por volta das 3h50 da madrugada. Pelas imagens registradas, é possível ver vários vasos de plantas na fachada da residência, alguns no chão e outros suspensos. Em determinado momento, o homem chega caminhando e, com semblante tranquilo, começa a escolher quais plantas furtar. Minutos depois, ele sai com um vaso em cada mão e outro pendurado no ombro direito.

Apesar de não serem itens de grande valor, se apossar indevidamente de plantas pode configurar crime de furto, com pena prevista de um a quatro anos no Art. 155 do Código Penal. O caso será investigado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO). Veja a gravação do furto a seguir:

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Furtos parecidos

Casos como esse, de furtos de vasos e mudas de plantas, são comuns nos municípios goianos. Em maio deste ano, um jovem de 23 anos foi preso suspeito de furtar ao menos 60 vasos de plantas de casas e estabelecimentos comerciais de Catalão, na região sudeste de Goiás.

Segundo a Polícia Militar, o suspeito agia sempre da mesma forma: sozinho e durante a noite, parava seu carro em frente à residências e comércios da cidade e começava os furtos.

Outro caso surpreendente ocorreu em 2019, quando funcionários da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) notaram o furto de pelo menos 300 mudas de plantas no parque Lago das Rosas.

À época, a Prefeitura disse suspeitar que os furtos ocorressem por pessoas que passavam pelo parque a passeio. O ato é considerado crime contra o patrimônio público.

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