Variante Ômicron tem 40% menos risco de internação do que a Delta

Postado em: 27-12-2021 às 07h50
Por: Redação
Contudo, pesquisadores alertam que os riscos de infecção causados pela variante sul-africana são maiores \ Foto; Reprodução

No entanto, não existem dados o suficiente para avaliar a gravidade da ômicron em casos mais graves, como de internação em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou morte

Estudos do Imperial College, de Londres publicados recentemente mostram que pessoas com a variante Ômicron da Covid-19 apresentam 15% menos chance de necessitar de atendimento hospitalar e 40% menos de hospitalização, em comparação com a variante Delta. 

Contudo, pesquisadores alertam que os riscos de infecção causados pela variante sul-africana são maiores, tanto pela infecção natural do vírus quanto pela menor proteção conferida pelos imunizantes.

Com isso, o grande número de infecções pode levar a um maior número de hospitalizações. A análise realizada pelos pesquisadores levantou casos do coronavírus diagnosticados entre 1 e 14 de dezembro. Ao todo, foram analisados dados de 55 mil casos de Covid-19 por Ômicron e 290 mil de Delta.

Embora não existam dados o suficiente para avaliar a gravidade da ômicron em casos mais graves, como de internação em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou morte. A doença ainda é cercada de mistérios.

Isso porque, os pesquisadores ainda alerta que não existem dados o suficiente para avaliar a gravidade da ômicron em casos mais graves, como de internação em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ou morte.

Os atendimentos em hospitais de um ou mais dias também foram analisados pelos cientistas em um segundo momento. Com base nas informações levantadas, os casos de Ômicron tem risco reduzido de 15% a 20% de se precisar de qualquer atendimento hospitalar e de 40 a 45% de internações.

As análises mostram evidências de uma redução moderada no risco de hospitalização associada à variante ômicron em comparação com a variante delta. Mas, por outro lado, isso parece ser compensado pela eficácia reduzida das vacinas contra a infecção com a variante ômicron. Dada à alta transmissibilidade do vírus ômicron.  Essa com potencial para enfrentarem a demanda crescente se os casos de ômicron continuarem a  engrossar a taxa que tem sido observada. 

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