Após três dias, corpo de Wanderson segue no IML mesmo sendo reconhecido por parentes

O caseiro foi encontrado morto, na última desta terça-feira (18), e a PC trata o caso como suicídio

Postado em: 20-01-2022 às 10h22
Por: Augusto Sobrinho
O caseiro foi encontrado morto, na última desta terça-feira (18), e a PC trata o caso como suicídio | Foto: Reprodução

Após três dias, o corpo de Wanderson Mota Protácio, encontrado morto em uma cela do Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia, na última desta terça-feira (18), segue no Instituto Médico Legal (IML). O pai e a madrasta do caseiro entraram com processo para retirada no mesmo dia da morte, porém, segundo o instituto, o serviço funerário ainda não foi até o local.

Wanderson foi preso por matar a mulher, que estava grávida, a enteada de 2 anos e um vizinho fazendeiro, no dia 28 de novembro do ano passado, em Corumbá, em Goiás. Após seis dias de buscas, o “novo Lázaro” (como ficou conhecido) se entregou à polícia na manhã do dia 04 de dezembro depois de ser convencido por uma mulher em Gameleira, em Goiás.

O boletim de ocorrência informa que, por volta das 7h20 da manhã, dois servidores do complexo prisional encontraram o corpo do caseiro pendurado por um lençol no pescoço. Logo, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e, às 8h40, constatou a morte no local. Em nota, a Superintendência de Segurança Penitenciária disse que o caso foi repassado à Polícia Civil (PC).

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De acordo com a Polícia Civil, a morte de Wanderson é tratada como suicídio, mas a perícia ainda deve atestar o real motivo. A Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) informou que também abriu procedimento interno para investigar o caso. A Justiça havia determinado que ele ficasse em cela separada e, segundo a DGAP, ele estava sozinho no local.

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