Júri Valério Luiz entra no 2º dia; saiba como foi o 1º

Júri do caso Valério Luiz continua nesta terça-feira (14) e deve ouvir seis testemunhas, sendo uma da acusação e o restante da

Postado em: 14-06-2022 às 08h45
Por: Francisco Costa
Seis testemunhas devem ser ouvidas nesta terça; fora quatro na segunda (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Júri do caso Valério Luiz continua nesta terça-feira (14) e deve ouvir seis testemunhas, sendo uma da acusação e o restante da defesa. Na segunda-feira (13), quatro pessoas falaram.

Deram depoimento: o delegado Hellyton Carvalho, que esteve à frente das investigações e remeteu o inquérito à Justiça; o publicitário Alípio Ferreira Nogueira, que trabalhou com Valério; o radialista André Isac da Silva, que também atuou com a vítima; e o advogado e cronista esportivo Daniel de Almeida Santana, diretor, à época, da rádio em que Valério trabalhava.

Durante sua fala, Hellyton disse, entre outras coisas, que o única inimizade que Valério tinha era Maurício Sampaio, um dos acusados pelo assassinato. A defesa de Sampaio, por sua vez, citou que a prova que considerava mais importante, o celular do jornalista, não foi encontrada.

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Ao questionar o delegado onde o telefone estava, ele disse não saber. Alípio, a segunda testemunha, afirmou ter chegado ao local 1min30 após ouvir os disparos. De acordo com ele, encontrou um dos réus na cena do crime, Urbano de Carvalho Malta.

Já André disse que, após críticas de Valério ao Atlético-GO – clube do qual Maurício era dirigente -, o radialista e Sampaio passaram a ter uma rixa recorrente. Daniel, por fim, afirmou que as críticas do radialista eram pesadas e diretas, mas também ocorriam a outros clubes.

Caso Valério Luiz

Valério Luiz foi morto em julho de 2012. Segundo o Ministério Público, o radialista foi assassinado por ter feito críticas que teriam desagradado o empresário Maurício Sampaio, que fazia parte da direção do Atlético Goianiense.

Além de Maurício Borges Sampaio – acusado suspeito de ser o mandante -, foram denunciados: Ademá Figuerêdo Aguiar Filho (acusado dos disparos que mataram o jornalista), Djalma Gomes da Silva (acusado de auxiliar no planejamento e atrapalhar as investigações), Marcus Vinícius Pereira Xavier (também acusado do planejamento) e Urbano de Carvalho Malta (acusado de contratar o policial militar Ademá Figueiredo).

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