Terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Atividade industrial goiana no mês de outubro atinge 2º maior patamar em 20 anos

As informações são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Postado em: 11-12-2023 às 12h29
Por: Ícaro Gonçalves
Imagem Ilustrando a Notícia: Atividade industrial goiana no mês de outubro atinge 2º maior patamar em 20 anos
As informações são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) | Foto: Reprodução

A atividade industrial do estado de Goiás atingiu, no mês de outubro, o segundo maior crescimento mensal da série histórica, iniciada há mais de vinte anos. As informações são de levantamento feito pelo Instituto Mauro Borges de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (IMB), com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal (PIM), do IBGE, no mês de outubro a indústria goiana se destacou com o crescimento de 3,8% na variação acumulada no ano.

As atividades com maior proeminência foram: metalurgia (18,5%); fabricação de produtos alimentícios (8,4%); fabricação de produtos de minerais não metálicos (5,1%); indústrias de transformação (4,3%) e fabricação de produtos químicos (3,4%).

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“A atual gestão vem fortalecendo a indústria em Goiás e segue empenhada em promover a manutenção e fomento do setor. Buscamos ainda mais crescimento e oferecemos opções para que novas indústrias se instalem no Estado e para que as já instaladas se fortaleçam e continuem gerando empregos e renda aos goianos”, destaca o titular da Secretaria-Geral de Governo, Adriano da Rocha Lima, ao comemorar os resultados.

O diretor-executivo do IMB, Erik Figueiredo, celebra os avanços. “São dois anos com um crescimento quase três vezes superior ao crescimento nacional, com evolução da atividade industrial, geração de emprego e aumento da renda média do trabalhador. Temos ciência que a continuidade desse ciclo virtuoso depende de ações concretas no sentido de reduzir o custo de produção no Estado”, conclui Figueiredo.

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